Doação de leite humano: Mejc-UFRN reforça a importância do gesto para salvar vidas de prematuros
Maternidade necessita diariamente de aproximadamente 10 litros de leite humano para atender à demanda dos recém-nascidos internados Natal (RN) – Considerado um alimento insubstituível e vital, o leite humano é rico em nutrientes, anticorpos e fatores de proteção que fortalecem o sistema imunológico, reduzem o risco de infecções e aceleram a recuperação de recém-nascidos internados. Em alusão ao Dia Nacional de Doação de Leite Humano, celebrado em maio, o Banco de Leite da Maternidade Escola Januário Cicco (Mejc-UFRN), vinculada à HU-Brasil, reforça a importância desse gesto solidário para manter os estoques em níveis seguros. Atualmente, a unidade necessita diariamente de aproximadamente 10 litros de leite materno para suprir a demanda dos bebês internados na UTI Neonatal. Cada frasco doado tem o potencial de alimentar vários recém-nascidos e transformar a realidade de famílias que enfrentam momentos delicados na internação. Segundo Verônica Feitosa, enfermeira do Banco de Leite da Mejc, o alimento garante a nutrição segura e adequada, especialmente para prematuros e bebês de baixo peso. “O leite humano é o único alimento de que o bebê precisa até o sexto mês de vida, pois contém todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Para um prematuro, ele representa estabilidade clínica e mais chances de uma recuperação saudável. Quando falamos de leite humano, cada gota importa”, destacou. Além de nutrir, o leite materno atua diretamente na proteção gastrointestinal e na maturação do organismo do recém-nascido, o que reduz significativamente o tempo de internação hospitalar. Coleta domiciliar Para facilitar o ato da doação, a Mejc oferece um serviço de coleta domiciliar por meio do projeto Amigo do Peito, realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros de Natal. Uma equipe vai diretamente até a residência da mãe cadastrada para recolher os frascos e oferecer orientações minuciosas sobre a higiene correta, armazenamento seguro e conservação do leite. “Essa união facilita o processo para as mães, amplia o alcance das coletas e fortalece uma verdadeira rede de solidariedade em favor da vida”, destacou Verônica. Quem pode doar? A doação pode ser feita por mulheres em boas condições de saúde que estejam amamentando, não estejam fazendo uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação e apresentem uma produção de leite que exceda a necessidade do próprio filho. A enfermeira desmistifica a ideia de que é preciso ter grandes volumes excedentes para participar. “Muitas mães acreditam que precisam produzir baldes de leite, mas pequenas quantidades já fazem uma enorme diferença. Você, mamãe, que tem um pouquinho de leite sobrando, em vez de descartar, doe. Esse alimento ajuda a salvar vidas de bebês que estão lutando em uma UTI”, enfatizou. Rede de apoio Além de armazenar e distribuir as doações, o Banco de Leite da maternidade atua na proteção e apoio ao aleitamento materno. As mães com bebês internados na UTI Neonatal que enfrentam dificuldades no processo de ordenha ou amamentação contam com a sala de apoio à amamentação. Já o projeto SOS Mama é uma iniciativa voltada para as mulheres que não tiveram seus partos na Mejc, mas que precisam de suporte especializado para amamentar. Mulheres interessadas em ser doadoras, solicitar a coleta em casa ou receber orientações sobre amamentação podem entrar em contato com o Banco de Leite pelos números a seguir: (84) 3342-5800 ou (84) 99135-8217. Sobre a HU Brasil A Mejc-UFRN faz parte da HU Brasil desde 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Huab recebe visita técnica de professores da UFMG para cooperação em modelo de atenção obstétrica
Iniciativa visa o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de projetos conjuntos focados no cuidado humanizado e na formação interprofissional na atenção ao nascimento Santa Cruz (RN) – O Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN), vinculado à HU Brasil, recebeu na última quinta-feira (21) a visita técnica de uma equipe de professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O encontro teve como objetivo o intercâmbio de experiências e a construção de projetos conjuntos baseados no modelo de atenção obstétrica do hospital potiguar. A visita contou com a presença d a coordenadora do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO) da Rede Alyne, Kleyde Ventura; a professora da UFMG, Belisa Vieira da Silveira; e a professora da Escola de Saúde da UFRN, Jovanka Bittencourt. Na ocasião, foram debatidas estratégias para o fortalecimento da assistência materno-infantil na saúde pública, com foco nas práticas de cuidado humanizado e a disseminação de estratégias eficientes na saúde pública. Durante a imersão nas instalações do hospital, Kleyde Ventura evidenciou a potência do Huab como um território de cuidado qualificado, voltado especialmente para mulheres, bebês, crianças e suas famílias. “A organização dos espaços, a forma de acolhimento e a centralidade dada à experiência da mulher e da família mostram um compromisso concreto com a humanização da assistência e com a integralidade do cuidado, que busca construir vínculo, escuta qualificada e decisões compartilhadas”, destacou a coordenadora. Além do impacto direto na assistência, Kleyde ressaltou o papel da instituição como um laboratório vivo de formação, onde residentes, estudantes e profissionais aprendem de forma interprofissional a partir de situações reais. “O hospital oferece condições concretas para transformar o modelo tradicional de atenção, aproximando o ensino de saúde dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da defesa dos direitos das mulheres e das crianças”, enfatizou. A cooperação entre as instituições potencializa a integração entre serviço, gestão, ensino e pesquisa, consolidando um projeto de formação comprometido em transformar a realidade do cuidado nos territórios de saúde. Para a superintendente do Huab, Cláudia Rubim, a parceria eleva o patamar das discussões técnicas e valida o empenho diário das equipes locais. “A gestão do hospital sente-se honrada e permanece de portas abertas para que esta referência seja cada vez mais consolidada, servindo de base para o fomento de novos projetos que repliquem esse propósito em outros serviços de saúde pelo país”, concluiu a superintendente. Sobre a HU Brasil Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu como Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e às instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Vaquinha urgente busca salvar visão de um jovem com ceratocone e mobiliza redes sociais
Huol-UFRN/HU Brasil promove ação sobre tontura e alerta para diagnóstico adequado
Iniciativa será realizada no dia 22 de abril e destaca a importância de buscar atendimento especializado diante do sintoma Natal (RN) – A Semana Nacional da Tontura é uma campanha de conscientização realizada anualmente em todo o país, geralmente no período que engloba o dia 22 de abril, quando se celebra o Dia Nacional da Tontura. A iniciativa é promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. O principal objetivo da mobilização é alertar a sociedade de que a tontura é um sintoma que exige atenção, além de desmistificar a ideia de que todos os casos estão relacionados à labirintite. A campanha também busca incentivar a procura por avaliação médica especializada, contribuindo para o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Em alusão à data, o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), administrado pela Rede HU Brasil, realizará, no dia 22 de abril, uma ação de conscientização com distribuição de panfletos nos turnos da manhã e da tarde, nas dependências da unidade. Na mesma data, também serão realizados exames de avaliação do labirinto em pacientes previamente agendados para o procedimento. De acordo com o otorrinolaringologista do Huol, José Diniz, a tontura está entre os sintomas mais frequentes na prática clínica e pode ter diversas causas, o que exige investigação criteriosa. “A tontura é algo sério. É um dos principais motivos que levam as pessoas a procurar atendimento médico, muitas vezes em consultas não agendadas. Trata-se de um problema que pode ser difícil de diagnosticar, mas que tem tratamento, desde que a causa seja corretamente identificada”, explica. O especialista salienta que, embora muitas pessoas associem a tontura a problemas no ouvido, nem sempre a origem está no labirinto. “Existem casos relacionados a alterações metabólicas, como variações nos níveis de açúcar no sangue, doenças da tireoide, colesterol elevado, anemias e desequilíbrios de vitaminas e eletrólitos. Por isso, uma avaliação clínica detalhada e exames complementares são fundamentais para definir o diagnóstico”, ressalta. José Diniz também orienta que pessoas com tontura persistente devem buscar atendimento de saúde. “Nos casos crônicos, é importante procurar avaliação médica e iniciar a investigação com exames básicos, como aferição da pressão arterial e exames laboratoriais, com encaminhamento ao especialista quando necessário. O acompanhamento adequado é essencial para um tratamento eficaz”, afirma. Diagnóstico preciso A fonoaudióloga do Huol, Ana Paula, destaca a importância de exames específicos para avaliar o funcionamento do labirinto, como o Video Head Impulse Test (vHIT). “Esse exame avalia o funcionamento dos canais do labirinto e permite identificar possíveis alterações, como a hipofunção, quando esses canais estão operando abaixo do esperado. É um exame rápido, não invasivo e que praticamente não causa desconforto ao paciente, podendo ser realizado em pessoas de todas as idades”, detalha. Segundo a profissional, o procedimento é solicitado pelo médico especialista após avaliação clínica. “O paciente precisa passar por consulta com o otorrinolaringologista, que fará o encaminhamento conforme a necessidade. Esse processo é fundamental para garantir um diagnóstico mais preciso e direcionar o tratamento adequado”, completa. Mobilização Durante a Semana Nacional da Tontura, celebrada entre os dias 20 e 26 de abril, profissionais da área em todo o país estarão mobilizados em ações de conscientização. No Huol, além da distribuição de material informativo, a programação inclui atividades educativas com estudantes de medicina e atendimento a pacientes previamente agendados com queixas de tontura crônica. O acesso ao atendimento especializado começa na Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento ao serviço de referência, conforme a indicação clínica. Sobre a HU Brasil O Huol-UFRN faz parte da HU Brasil desde 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência. Serviço – Semana Nacional da Tontura O quê? Campanha de conscientização e realização de exames no Huol. Quando? Quarta-feira, 22 de abril, nos turnos da manhã e da tarde. Onde? Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN). Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Mestrado em saúde da mulher da MEJC-UFRN promove ação de prevenção ao câncer do colo do útero em comunidades quilombolas
Iniciativa utiliza autocoleta de teste de HPV para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e promover a equidade em saúde para mulheres negras Natal (RN) – No mês marcado pela campanha Março Lilás, de conscientização e prevenção do câncer do colo do útero, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Rede HU Brasil, realizou uma ação estratégica de saúde pública. Na penúltima semana do mês, dia 23, a instituição levou atendimento especializado às comunidades quilombolas Moita Verde, em Parnamirim, e Capoeiras, em Macaíba. A atividade foi viabilizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher (PPgCASM) da UFRN, com campo de atuação na Mejc. O objetivo central da iniciativa é a implementação da autocoleta para o teste de HPV, uma estratégia inovadora que visa reduzir a mortalidade por câncer de colo de útero, especialmente entre mulheres negras e quilombolas. De acordo com a coordenadora do PPgCASM, Janaína Crispim, a escolha do público-alvo é estratégica para combater disparidades históricas na saúde. “O tema central são mulheres negras e pardas, população que apresenta maiores taxas de incidência e mortalidade por esse tipo de câncer no país”, explicou. A ação integra a campanha nacional “Previna-se”, uma parceria entre o PPgCASM, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e diversas comunidades quilombolas pelo Brasil. O projeto busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) através da detecção de DNA/HPV, considerado o método mais eficaz de rastreamento da doença. Um dos grandes diferenciais da metodologia é a autocoleta. Segundo a coordenadora do PPgCASM, a detecção precoce do vírus pode ser feita de forma simples, permitindo que a própria paciente realize a coleta onde se sentir mais confortável. Capacitação e Integração com a Rede Para garantir o sucesso das coletas, a programação contou com etapas preparatórias. A equipe da MEJC recebeu coordenadores do projeto vindos de Maringá (PR) para alinhar os protocolos em um treinamento Multiprofissional. Já na segunda-feira (23), o treinamento foi estendido aos agentes comunitários de saúde e equipes das unidades de saúde dos quilombos. Referência no Norte e Nordeste Sediado na MEJC-UFRN, o PPgCASM é o único mestrado especializado em Saúde da Mulher das regiões Norte e Nordeste funcionando dentro de uma unidade hospitalar. O programa destaca-se pela formação integrada ao serviço, permitindo que mestrandos e pesquisadores vivenciem desafios práticos da assistência e contribuam diretamente para a melhoria do cuidado à população potiguar. Sobre a HU Brasil Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Huol-UFRN/HU Brasil recruta voluntários para estudo sobre relação entre dor na mandíbula e zumbido
Participantes recebem avaliação gratuita, orientações personalizadas e acompanhamento inicial Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), da Rede HU Brasil, está recrutando voluntários para uma pesquisa que investiga a relação entre a Disfunção Temporomandibular (DTM) e o zumbido, condições que podem comprometer significativamente a qualidade de vida. O estudo é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob orientação da professora Karyna Figueiredo Ribeiro, em parceria com o ambulatório especializado em zumbido do setor de Otorrinolaringologia do Huol/HU Brasil, coordenado pela professora Lidiane Ferreira. Segundo a pesquisadora, a motivação está na alta prevalência da DTM, que afeta cerca de 30% da população, especialmente adultos em idade produtiva. Além de dor na mandíbula, nas têmporas e na região do ouvido, a condição pode estar associada a dor de cabeça, desconforto cervical e zumbido, considerado um dos sintomas mais incapacitantes. “Aproximadamente 75% das pessoas com DTM relatam sintomas otológicos, como sensação de ouvido tampado, dificuldade auditiva, tontura ou zumbido. Entre eles, o zumbido tende a ter maior impacto na vida dos pacientes”, explica Karyna. Relação entre mandíbula e audição A associação entre DTM e zumbido está relacionada a conexões anatômicas e neurofisiológicas entre a mandíbula e o sistema auditivo. Estudos indicam que pessoas com DTM podem ter até oito vezes mais chances de apresentar zumbido em comparação com a população geral. Um dos focos da pesquisa é o zumbido somatossensorial, tipo que pode ser modulado por estímulos musculares da cabeça e do pescoço, alterando intensidade, frequência ou localização do som percebido. Além do desconforto físico, o zumbido está associado a estresse, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e dificuldade de concentração. Quando ocorre junto à DTM crônica, o quadro pode se tornar mais complexo, com maior intensidade de dor e impacto funcional. Como funciona a pesquisa Os participantes passarão por duas avaliações clínicas, com cerca de uma hora cada, realizadas no Huol/Ebserh ou no Departamento de Fisioterapia da UFRN. No primeiro encontro, serão analisados o tipo e a gravidade da DTM, além da aplicação de questionários sobre dor, zumbido e qualidade de vida. No segundo, será feita uma avaliação física detalhada do zumbido, com foco em possíveis influências musculoesqueléticas. Os voluntários também receberão orientações práticas para o controle dos sintomas, incluindo manejo da dor, estratégias para reduzir a percepção do zumbido e exercícios personalizados. Será entregue uma cartilha com orientações terapêuticas e, quando necessário, haverá encaminhamento para continuidade do tratamento. Entre os benefícios, estão o acesso gratuito à avaliação fisioterapêutica especializada e orientações individualizadas. Os resultados do estudo podem contribuir para aprimorar o diagnóstico e o tratamento da DTM e do zumbido. Como participar A pesquisa é conduzida pela fisioterapeuta Amanda Matias, mestranda do programa, e segue até 30 de abril. Podem participar pessoas entre 18 e 65 anos que apresentem dor na mandíbula, ouvido ou têmporas há mais de três meses, associada à presença de zumbido. É necessário não estar em tratamento medicamentoso ou fisioterapêutico para dores na cabeça ou pescoço. Interessados podem se inscrever pelo formulário: https://forms.gle/3qJvN9NGDVZ8iSP27 Sobre a HU Brasil Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Aline Freitas, com edição de Maria Carvalho Costa Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Ato de solidariedade transforma cuidado e dignidade
Dayane recebeu com muita gratidão a doação de uma cadeira de rodas, um gesto que faz toda a diferença neste momento, proporcionando mais conforto, mobilidade e dignidade. Aproveitamos para informar que ela ainda necessita de alguns itens essenciais para os cuidados diários. Entre eles, destacam-se as almofadas para cadeira de rodas e almofadas/assento para banho, fundamentais para a prevenção de lesões e para garantir mais conforto e bem-estar. Também são necessárias fraldas e produtos de higiene pessoal, indispensáveis para manter os cuidados adequados no dia a dia. Reforçamos o agradecimento a todos que já contribuíram e deixamos aqui o convite para quem puder ajudar. Toda forma de apoio é muito importante e faz a diferença. 🙏
Fim da patente do Ozempic: veja impacto no preço e quando chegam os novos
A patente da semaglutida — princípio ativo de medicamentos como Ozempic e Wegovy — expira no Brasil nesta sexta-feira (20), abrindo caminho para a produção de versões similares e uma possível redução de preços ao longo do tempo. Enquanto o Ozempic é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2, o Wegovy é voltado ao combate da obesidade. Com informações do UOL. O que muda com o fim da patente? A exclusividade de produção da molécula chega ao fim, permitindo que outras empresas — nacionais e estrangeiras — fabriquem medicamentos com semaglutida. Com isso, o mercado tende a ganhar mais opções de marcas, o que pode pressionar os preços para baixo, embora esse efeito não seja imediato. A farmacêutica Novo Nordisk, que detinha a exclusividade há cerca de 20 anos, afirmou em nota que o encerramento da patente é “uma etapa natural no ciclo de vida de qualquer inovação” e que está preparada para atuar no novo cenário. Por que o impacto no preço não é imediato? Apesar do fim da patente, os novos medicamentos ainda precisam passar pela aprovação da Anvisa, que avalia critérios de segurança e eficácia antes de liberar a comercialização. Atualmente, a agência tem dois pedidos de registro em análise e outros 15 na fila. Especialistas esperam que o processo seja acelerado, sem comprometer o rigor técnico. Segundo Neuton Dornelas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a liberação deve ocorrer ainda neste semestre, mas não imediatamente após a queda da patente. Novas versões já estão a caminho Pelo menos quatro farmacêuticas aguardam autorização para lançar seus produtos no Brasil: EMS, Hypera Pharma, Cimed e Biomm. A EMS informou que seu medicamento é produzido por síntese química e não se enquadra como genérico ou biossimilar, sendo considerado um produto novo. Hoje, apenas cinco medicamentos com semaglutida estão registrados no país — Rybelsus, Wegovy, Poviztra, Extensior e Ozempic — todos da Novo Nordisk. Quanto os preços podem cair? A expectativa é de descontos iniciais em torno de 20%. Segundo Rodrigo Lamounier, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, os novos produtos devem ser similares ou biossimilares. Diferentemente dos genéricos — que têm desconto mínimo de 35% e não possuem marca — os similares são comercializados com nomes próprios e não são idênticos ao medicamento de referência, o que é esperado no caso de fármacos biológicos. Os novos medicamentos terão o mesmo efeito? A expectativa é que sim. De acordo com Lamounier, uma vez aprovados pela Anvisa, os medicamentos com semaglutida devem apresentar eficácia terapêutica equivalente aos produtos originais. Receita continuará obrigatória Mesmo com a chegada de opções mais baratas, a exigência de prescrição médica permanece. O uso seguro desses medicamentos depende de acompanhamento profissional. Posso trocar o remédio por conta própria? Não é recomendado. A substituição pode ser feita, mas deve sempre passar por avaliação médica. O profissional responsável irá orientar a melhor forma de realizar a troca, garantindo a segurança do paciente. O que muda para quem já está em tratamento? Na prática, nada muda de imediato para quem trata diabetes tipo 2 ou obesidade. O acompanhamento médico segue essencial, e qualquer decisão sobre mudança de medicação deve ser feita em conjunto entre médico e paciente. Como reforça Dornelas, a eventual substituição deve respeitar a autonomia médica e a relação individual com cada paciente. Fonte:https://96fm.com.br/noticia/gxjE8oUJ
MEJC-UFRN celebra conclusão da 15ª turma do Programa de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal
Solenidade marcou a conclusão do curso de 11 especialistas, incluindo um fellow angolano Natal (RN) – A Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), celebrou a formatura da 15ª turma de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal. A cerimônia para 11 formandos aconteceu na tarde da última sexta-feira (13), no anfiteatro Leide Morais da Mejc, e reuniu familiares, tutores, preceptores e autoridades acadêmicas. A mesa de honra da solenidade contou com a presença do pró-reitor de pós-graduação da UFRN, Rubens Maribondo; do gerente de Ensino e Pesquisa da Mejc, Kleber Morais; da coordenadora da Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal, Elaine Alves; da médica neonatologista Anna Christina Granjeiro; e da coordenadora da COREMU/UFRN, Adala Nayana de Sousa Mata. A coordenadora da residência multiprofissional em neonatologia, ressaltou que o cuidado nasce do encontro entre diferentes saberes, onde o diálogo, o respeito e a colaboração entre as profissões tornam possível uma assistência verdadeiramente integral. “A formação oferecida não apenas desenvolve competências técnicas, mas também fortalece a sensibilidade e a responsabilidade dos profissionais diante de um dos contextos mais desafiadores da saúde”, destacou Elaine. Formação de excelência e alcance internacional O enfermeiro angolano Benvindo Caita integrou o grupo de formandos na condição de fellow, um profissional que busca um treinamento ainda mais aprofundado em uma especialidade. “Estou no Brasil há dois anos, e essa experiência na MEJC tem sido muito enriquecedora. Viver em outro país traz desafios de adaptação, mas também muitas oportunidades de aprendizado, crescimento pessoal e profissional, além do contato com novas culturas e formas de trabalhar”, destacou Benvindo. Além da cerimônia de conclusão, a programação incluiu uma missa em ação de graças e uma apresentação musical, que contou com a participação da técnica de enfermagem da UTI-NEO Juciane, da residente R2 de Farmácia Maressa e da fisioterapeuta da UTI e egressa do programa, Camila. Programa em expansão A Maternidade Escola Januário Cicco consolidou-se como um dos principais centros formadores na área. Atualmente, a maternidade oferece o Programa de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal e o Programa Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica. O programa, que inicialmente ofertava duas vagas para Enfermagem, Farmácia e Nutrição, passou por significativas expansões. Em 2016, com a chegada da Ebserh e o incremento no número de preceptores, foram incluídas vagas para Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia e Serviço Social, totalizando 14 vagas anuais. Em 2026, o programa foi novamente ampliado com a inclusão de duas vagas para Terapia Ocupacional, passando a ofertar 16 vagas por ano, distribuídas em oito categorias profissionais. Sobre a Ebserh A Mejc-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Marília Rêgo e Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Endometriose: conheça mais sobre essa doença que afeta cerca de oito milhões de brasileiras
Hospitais da Rede Ebserh fortalecem diagnóstico, tratamento e produção científica para qualificar o cuidado às mulheres NATAL (RN) – O Março Amarelo, campanha do Ministério da Saúde (MS) voltada à conscientização sobre a endometriose, inspira a reflexão sobre o problema ginecológico e as alternativas para qualificar o atendimento às mulheres. nos hospitais universitários federais geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Especialistas da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) esclarecem sobre sintomas, diagnóstico e tratamento, além de alertar para os impactos sobre a qualidade de vida e a fertilidade feminina. Segundo dados do Ministério da Saúde, oito milhões de brasileiras estão diagnosticadas com endometriose. “A endometriose é uma doença benigna muito heterogênea. Trata-se de um tecido uterino — a mucosa que reveste por dentro o útero — que surge em outros locais do corpo. Isso pode ocorrer nas trompas, no ovário, bexiga, na pélvis, no intestino, no apêndice”, detalha a ginecologista da MEJC, Gleisse Aguiar. A médica explica que, embora as causas não sejam totalmente identificadas, frequentemente estão associadas a alterações do sistema imunológico, acometendo mulheres de diferentes faixas etárias, sobretudo no período reprodutivo. O principal sinal de alerta está na dor pélvica intensa, que aumenta no período menstrual — sintoma comumente negligenciado por profissionais de saúde e pelas próprias pacientes. A dismenorreia progressiva — quando a cólica piora com o passar dos anos — também exige atenção, ressalta. Para a especialista, a escuta qualificada e a investigação clínica adequada são fundamentais. O tratamento, ela acrescenta, depende do local de acometimento da lesão, do comprometimento do órgão e do desejo reprodutivo da paciente. Quando não há intenção de engravidar, o controle da dor com bloqueio hormonal (como contraceptivos orais) nutrição anti-inflamatória, apoio psicológico e fisioterapia pélvica, costumam ser a primeira escolha. Já nos casos em que não há resposta ao tratamento clínico ou quando a doença é mais avançada, pode ser indicada cirurgia minimamente invasiva para retirada dos focos de endometriose, preservando órgãos e fertilidade. Em quadros graves, contudo, pode ser necessária abordagem mais ampla para remover tecidos acometidos. “Nos casos mais leves, a dor é a principal consequência. Nos casos moderados, a dor pélvica acíclica e a infertilidade sao os maiores desafios. Quando há invasão dos tecidos vizinhos, como vias urinárias, bexiga, ureter e intestino necessitamos de uma equipe multidisciplinar”, comenta a médica. Gleisse reforça a importância do diagnóstico precoce: “Muitas vezes no tratamento, inadvertidamente, pode levar a mulher a um tratamento mutilador: com retiradas do ovário, útero, às vezes, uma colostomia ou ainda cirurgias incompletas” Outro desafio está na identificação tardia do problema em função do uso constante de anticoncepcionais: “Muitas mulheres só identificam a endometriose quando suspendem a medicação”. Inovação para o bem-estar da mulher Na Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), uma pesquisa inovadora investiga o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) como estratégia complementar para o tratamento da dor na endometriose. “Nós estamos investigando como a modulação da atividade cerebral pode influenciar os mecanismos de sensibilização central, um fenômeno em que o sistema nervoso passa a não regular mais a dor como deveria. Atualmente, estamos na fase de análise dos dados e, em breve, divulgaremos os resultados”, relata a pesquisadora Maria Thereza Micussi. Ela explica que a expectativa é compreender melhor o papel do cérebro na manutenção da dor e ampliar as possibilidades terapêuticas com abordagens não invasivas e conservadoras, complementares ao tratamento hormonal ou cirúrgico. Paralelamente, outro estudo conduzido na instituição investiga a incidência de sintomas urinários em mulheres com a doença. “A endometriose é tradicionalmente associada à dor pélvica, mas observamos na prática clínica que muitas pacientes também relatam alterações urinárias, como urgência, aumento da frequência miccional ou incontinência urinária”, ressalta ela. A equipe busca acompanhar essas pacientes ao longo do tempo para compreender a frequência e a evolução desses sintomas. A pesquisa, na MEJC-UFRN, integra as atividades do Ambulatório de Endometriose da maternidade e se articula com ensino e assistência, com participação de estudantes de graduação e pós-graduação dos Programas de Pós-Graduação em Fisioterapia e em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher. Sobre a Ebserh Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Elisa Andrade, com edição de Danielle Campos Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920