Huab recebe visita técnica de professores da UFMG para cooperação em modelo de atenção obstétrica

Iniciativa visa o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de projetos conjuntos focados no cuidado humanizado e na formação interprofissional na atenção ao nascimento Santa Cruz (RN) – O Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN), vinculado à HU Brasil, recebeu na última quinta-feira (21) a visita técnica de uma equipe de professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O encontro teve como objetivo o intercâmbio de experiências e a construção de projetos conjuntos baseados no modelo de atenção obstétrica do hospital potiguar. A visita contou com a presença d a coordenadora do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica (CEEO) da Rede Alyne, Kleyde Ventura; a professora da UFMG, Belisa Vieira da Silveira; e a professora da Escola de Saúde da UFRN, Jovanka Bittencourt. Na ocasião, foram debatidas estratégias para o fortalecimento da assistência materno-infantil na saúde pública, com foco nas práticas de cuidado humanizado e a disseminação de estratégias eficientes na saúde pública. Durante a imersão nas instalações do hospital, Kleyde Ventura evidenciou a potência do Huab como um território de cuidado qualificado, voltado especialmente para mulheres, bebês, crianças e suas famílias. “A organização dos espaços, a forma de acolhimento e a centralidade dada à experiência da mulher e da família mostram um compromisso concreto com a humanização da assistência e com a integralidade do cuidado, que busca construir vínculo, escuta qualificada e decisões compartilhadas”, destacou a coordenadora. Além do impacto direto na assistência, Kleyde ressaltou o papel da instituição como um laboratório vivo de formação, onde residentes, estudantes e profissionais aprendem de forma interprofissional a partir de situações reais. “O hospital oferece condições concretas para transformar o modelo tradicional de atenção, aproximando o ensino de saúde dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da defesa dos direitos das mulheres e das crianças”, enfatizou. A cooperação entre as instituições potencializa a integração entre serviço, gestão, ensino e pesquisa, consolidando um projeto de formação comprometido em transformar a realidade do cuidado nos territórios de saúde. Para a superintendente do Huab, Cláudia Rubim, a parceria eleva o patamar das discussões técnicas e valida o empenho diário das equipes locais. “A gestão do hospital sente-se honrada e permanece de portas abertas para que esta referência seja cada vez mais consolidada, servindo de base para o fomento de novos projetos que repliquem esse propósito em outros serviços de saúde pelo país”, concluiu a superintendente. Sobre a HU Brasil Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu como Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e às instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Huol-UFRN/HU Brasil promove ação sobre tontura e alerta para diagnóstico adequado

Iniciativa será realizada no dia 22 de abril e destaca a importância de buscar atendimento especializado diante do sintoma Natal (RN) – A Semana Nacional da Tontura é uma campanha de conscientização realizada anualmente em todo o país, geralmente no período que engloba o dia 22 de abril, quando se celebra o Dia Nacional da Tontura. A iniciativa é promovida pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. O principal objetivo da mobilização é alertar a sociedade de que a tontura é um sintoma que exige atenção, além de desmistificar a ideia de que todos os casos estão relacionados à labirintite. A campanha também busca incentivar a procura por avaliação médica especializada, contribuindo para o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Em alusão à data, o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), administrado pela Rede HU Brasil, realizará, no dia 22 de abril, uma ação de conscientização com distribuição de panfletos nos turnos da manhã e da tarde, nas dependências da unidade. Na mesma data, também serão realizados exames de avaliação do labirinto em pacientes previamente agendados para o procedimento. De acordo com o otorrinolaringologista do Huol, José Diniz, a tontura está entre os sintomas mais frequentes na prática clínica e pode ter diversas causas, o que exige investigação criteriosa. “A tontura é algo sério. É um dos principais motivos que levam as pessoas a procurar atendimento médico, muitas vezes em consultas não agendadas. Trata-se de um problema que pode ser difícil de diagnosticar, mas que tem tratamento, desde que a causa seja corretamente identificada”, explica. O especialista salienta que, embora muitas pessoas associem a tontura a problemas no ouvido, nem sempre a origem está no labirinto. “Existem casos relacionados a alterações metabólicas, como variações nos níveis de açúcar no sangue, doenças da tireoide, colesterol elevado, anemias e desequilíbrios de vitaminas e eletrólitos. Por isso, uma avaliação clínica detalhada e exames complementares são fundamentais para definir o diagnóstico”, ressalta. José Diniz também orienta que pessoas com tontura persistente devem buscar atendimento de saúde. “Nos casos crônicos, é importante procurar avaliação médica e iniciar a investigação com exames básicos, como aferição da pressão arterial e exames laboratoriais, com encaminhamento ao especialista quando necessário. O acompanhamento adequado é essencial para um tratamento eficaz”, afirma. Diagnóstico preciso A fonoaudióloga do Huol, Ana Paula, destaca a importância de exames específicos para avaliar o funcionamento do labirinto, como o Video Head Impulse Test (vHIT). “Esse exame avalia o funcionamento dos canais do labirinto e permite identificar possíveis alterações, como a hipofunção, quando esses canais estão operando abaixo do esperado. É um exame rápido, não invasivo e que praticamente não causa desconforto ao paciente, podendo ser realizado em pessoas de todas as idades”, detalha. Segundo a profissional, o procedimento é solicitado pelo médico especialista após avaliação clínica. “O paciente precisa passar por consulta com o otorrinolaringologista, que fará o encaminhamento conforme a necessidade. Esse processo é fundamental para garantir um diagnóstico mais preciso e direcionar o tratamento adequado”, completa. Mobilização Durante a Semana Nacional da Tontura, celebrada entre os dias 20 e 26 de abril, profissionais da área em todo o país estarão mobilizados em ações de conscientização. No Huol, além da distribuição de material informativo, a programação inclui atividades educativas com estudantes de medicina e atendimento a pacientes previamente agendados com queixas de tontura crônica. O acesso ao atendimento especializado começa na Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento ao serviço de referência, conforme a indicação clínica. Sobre a HU Brasil O Huol-UFRN faz parte da HU Brasil desde 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência. Serviço – Semana Nacional da Tontura O quê? Campanha de conscientização e realização de exames no Huol. Quando? Quarta-feira, 22 de abril, nos turnos da manhã e da tarde. Onde? Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN). Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Mestrado em saúde da mulher da MEJC-UFRN promove ação de prevenção ao câncer do colo do útero em comunidades quilombolas

Iniciativa utiliza autocoleta de teste de HPV para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e promover a equidade em saúde para mulheres negras Natal (RN) – No mês marcado pela campanha Março Lilás, de conscientização e prevenção do câncer do colo do útero, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Rede HU Brasil, realizou uma ação estratégica de saúde pública. Na penúltima semana do mês, dia 23, a instituição levou atendimento especializado às comunidades quilombolas Moita Verde, em Parnamirim, e Capoeiras, em Macaíba. A atividade foi viabilizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher (PPgCASM) da UFRN, com campo de atuação na Mejc. O objetivo central da iniciativa é a implementação da autocoleta para o teste de HPV, uma estratégia inovadora que visa reduzir a mortalidade por câncer de colo de útero, especialmente entre mulheres negras e quilombolas. De acordo com a coordenadora do PPgCASM, Janaína Crispim, a escolha do público-alvo é estratégica para combater disparidades históricas na saúde. “O tema central são mulheres negras e pardas, população que apresenta maiores taxas de incidência e mortalidade por esse tipo de câncer no país”, explicou. A ação integra a campanha nacional “Previna-se”, uma parceria entre o PPgCASM, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e diversas comunidades quilombolas pelo Brasil. O projeto busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) através da detecção de DNA/HPV, considerado o método mais eficaz de rastreamento da doença. Um dos grandes diferenciais da metodologia é a autocoleta. Segundo a coordenadora do PPgCASM, a detecção precoce do vírus pode ser feita de forma simples, permitindo que a própria paciente realize a coleta onde se sentir mais confortável. Capacitação e Integração com a Rede Para garantir o sucesso das coletas, a programação contou com etapas preparatórias. A equipe da MEJC recebeu coordenadores do projeto vindos de Maringá (PR) para alinhar os protocolos em um treinamento Multiprofissional. Já na segunda-feira (23), o treinamento foi estendido aos agentes comunitários de saúde e equipes das unidades de saúde dos quilombos. Referência no Norte e Nordeste Sediado na MEJC-UFRN, o PPgCASM é o único mestrado especializado em Saúde da Mulher das regiões Norte e Nordeste funcionando dentro de uma unidade hospitalar. O programa destaca-se pela formação integrada ao serviço, permitindo que mestrandos e pesquisadores vivenciem desafios práticos da assistência e contribuam diretamente para a melhoria do cuidado à população potiguar. Sobre a HU Brasil  Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Huol-UFRN/HU Brasil recruta voluntários para estudo sobre relação entre dor na mandíbula e zumbido

Participantes recebem avaliação gratuita, orientações personalizadas e acompanhamento inicial Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), da Rede HU Brasil, está recrutando voluntários para uma pesquisa que investiga a relação entre a Disfunção Temporomandibular (DTM) e o zumbido, condições que podem comprometer significativamente a qualidade de vida. O estudo é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob orientação da professora Karyna Figueiredo Ribeiro, em parceria com o ambulatório especializado em zumbido do setor de Otorrinolaringologia do Huol/HU Brasil, coordenado pela professora Lidiane Ferreira. Segundo a pesquisadora, a motivação está na alta prevalência da DTM, que afeta cerca de 30% da população, especialmente adultos em idade produtiva. Além de dor na mandíbula, nas têmporas e na região do ouvido, a condição pode estar associada a dor de cabeça, desconforto cervical e zumbido, considerado um dos sintomas mais incapacitantes. “Aproximadamente 75% das pessoas com DTM relatam sintomas otológicos, como sensação de ouvido tampado, dificuldade auditiva, tontura ou zumbido. Entre eles, o zumbido tende a ter maior impacto na vida dos pacientes”, explica Karyna. Relação entre mandíbula e audição  A associação entre DTM e zumbido está relacionada a conexões anatômicas e neurofisiológicas entre a mandíbula e o sistema auditivo. Estudos indicam que pessoas com DTM podem ter até oito vezes mais chances de apresentar zumbido em comparação com a população geral. Um dos focos da pesquisa é o zumbido somatossensorial, tipo que pode ser modulado por estímulos musculares da cabeça e do pescoço, alterando intensidade, frequência ou localização do som percebido. Além do desconforto físico, o zumbido está associado a estresse, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e dificuldade de concentração. Quando ocorre junto à DTM crônica, o quadro pode se tornar mais complexo, com maior intensidade de dor e impacto funcional. Como funciona a pesquisa Os participantes passarão por duas avaliações clínicas, com cerca de uma hora cada, realizadas no Huol/Ebserh ou no Departamento de Fisioterapia da UFRN. No primeiro encontro, serão analisados o tipo e a gravidade da DTM, além da aplicação de questionários sobre dor, zumbido e qualidade de vida. No segundo, será feita uma avaliação física detalhada do zumbido, com foco em possíveis influências musculoesqueléticas. Os voluntários também receberão orientações práticas para o controle dos sintomas, incluindo manejo da dor, estratégias para reduzir a percepção do zumbido e exercícios personalizados. Será entregue uma cartilha com orientações terapêuticas e, quando necessário, haverá encaminhamento para continuidade do tratamento. Entre os benefícios, estão o acesso gratuito à avaliação fisioterapêutica especializada e orientações individualizadas. Os resultados do estudo podem contribuir para aprimorar o diagnóstico e o tratamento da DTM e do zumbido. Como participar A pesquisa é conduzida pela fisioterapeuta Amanda Matias, mestranda do programa, e segue até 30 de abril. Podem participar pessoas entre 18 e 65 anos que apresentem dor na mandíbula, ouvido ou têmporas há mais de três meses, associada à presença de zumbido. É necessário não estar em tratamento medicamentoso ou fisioterapêutico para dores na cabeça ou pescoço. Interessados podem se inscrever pelo formulário: https://forms.gle/3qJvN9NGDVZ8iSP27 Sobre a HU Brasil  Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Aline Freitas, com edição de Maria Carvalho Costa Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Ato de solidariedade transforma cuidado e dignidade

Dayane recebeu com muita gratidão a doação de uma cadeira de rodas, um gesto que faz toda a diferença neste momento, proporcionando mais conforto, mobilidade e dignidade. Aproveitamos para informar que ela ainda necessita de alguns itens essenciais para os cuidados diários. Entre eles, destacam-se as almofadas para cadeira de rodas e almofadas/assento para banho, fundamentais para a prevenção de lesões e para garantir mais conforto e bem-estar. Também são necessárias fraldas e produtos de higiene pessoal, indispensáveis para manter os cuidados adequados no dia a dia. Reforçamos o agradecimento a todos que já contribuíram e deixamos aqui o convite para quem puder ajudar. Toda forma de apoio é muito importante e faz a diferença. 🙏

Fim da patente do Ozempic: veja impacto no preço e quando chegam os novos

A patente da semaglutida — princípio ativo de medicamentos como Ozempic e Wegovy — expira no Brasil nesta sexta-feira (20), abrindo caminho para a produção de versões similares e uma possível redução de preços ao longo do tempo. Enquanto o Ozempic é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2, o Wegovy é voltado ao combate da obesidade. Com informações do UOL. O que muda com o fim da patente? A exclusividade de produção da molécula chega ao fim, permitindo que outras empresas — nacionais e estrangeiras — fabriquem medicamentos com semaglutida. Com isso, o mercado tende a ganhar mais opções de marcas, o que pode pressionar os preços para baixo, embora esse efeito não seja imediato. A farmacêutica Novo Nordisk, que detinha a exclusividade há cerca de 20 anos, afirmou em nota que o encerramento da patente é “uma etapa natural no ciclo de vida de qualquer inovação” e que está preparada para atuar no novo cenário. Por que o impacto no preço não é imediato? Apesar do fim da patente, os novos medicamentos ainda precisam passar pela aprovação da Anvisa, que avalia critérios de segurança e eficácia antes de liberar a comercialização. Atualmente, a agência tem dois pedidos de registro em análise e outros 15 na fila. Especialistas esperam que o processo seja acelerado, sem comprometer o rigor técnico. Segundo Neuton Dornelas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a liberação deve ocorrer ainda neste semestre, mas não imediatamente após a queda da patente. Novas versões já estão a caminho Pelo menos quatro farmacêuticas aguardam autorização para lançar seus produtos no Brasil: EMS, Hypera Pharma, Cimed e Biomm. A EMS informou que seu medicamento é produzido por síntese química e não se enquadra como genérico ou biossimilar, sendo considerado um produto novo. Hoje, apenas cinco medicamentos com semaglutida estão registrados no país — Rybelsus, Wegovy, Poviztra, Extensior e Ozempic — todos da Novo Nordisk. Quanto os preços podem cair? A expectativa é de descontos iniciais em torno de 20%. Segundo Rodrigo Lamounier, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, os novos produtos devem ser similares ou biossimilares. Diferentemente dos genéricos — que têm desconto mínimo de 35% e não possuem marca — os similares são comercializados com nomes próprios e não são idênticos ao medicamento de referência, o que é esperado no caso de fármacos biológicos. Os novos medicamentos terão o mesmo efeito? A expectativa é que sim. De acordo com Lamounier, uma vez aprovados pela Anvisa, os medicamentos com semaglutida devem apresentar eficácia terapêutica equivalente aos produtos originais. Receita continuará obrigatória Mesmo com a chegada de opções mais baratas, a exigência de prescrição médica permanece. O uso seguro desses medicamentos depende de acompanhamento profissional. Posso trocar o remédio por conta própria? Não é recomendado. A substituição pode ser feita, mas deve sempre passar por avaliação médica. O profissional responsável irá orientar a melhor forma de realizar a troca, garantindo a segurança do paciente. O que muda para quem já está em tratamento? Na prática, nada muda de imediato para quem trata diabetes tipo 2 ou obesidade. O acompanhamento médico segue essencial, e qualquer decisão sobre mudança de medicação deve ser feita em conjunto entre médico e paciente. Como reforça Dornelas, a eventual substituição deve respeitar a autonomia médica e a relação individual com cada paciente. Fonte:https://96fm.com.br/noticia/gxjE8oUJ

MEJC-UFRN celebra conclusão da 15ª turma do Programa de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal

Solenidade marcou a conclusão do curso de 11 especialistas, incluindo um fellow angolano Natal (RN) – A Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), celebrou a formatura da 15ª turma de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal. A cerimônia para 11 formandos aconteceu na tarde da última sexta-feira (13), no anfiteatro Leide Morais da Mejc, e reuniu familiares, tutores, preceptores e autoridades acadêmicas. A mesa de honra da solenidade contou com a presença do pró-reitor de pós-graduação da UFRN, Rubens Maribondo; do gerente de Ensino e Pesquisa da Mejc, Kleber Morais; da coordenadora da Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal, Elaine Alves; da médica neonatologista Anna Christina Granjeiro; e da coordenadora da COREMU/UFRN, Adala Nayana de Sousa Mata. A coordenadora da residência multiprofissional em neonatologia, ressaltou que o cuidado nasce do encontro entre diferentes saberes, onde o diálogo, o respeito e a colaboração entre as profissões tornam possível uma assistência verdadeiramente integral. “A formação oferecida não apenas desenvolve competências técnicas, mas também fortalece a sensibilidade e a responsabilidade dos profissionais diante de um dos contextos mais desafiadores da saúde”, destacou Elaine. Formação de excelência e alcance internacional O enfermeiro angolano Benvindo Caita integrou o grupo de formandos na condição de fellow, um profissional que busca um treinamento ainda mais aprofundado em uma especialidade. “Estou no Brasil há dois anos, e essa experiência na MEJC tem sido muito enriquecedora. Viver em outro país traz desafios de adaptação, mas também muitas oportunidades de aprendizado, crescimento pessoal e profissional, além do contato com novas culturas e formas de trabalhar”, destacou Benvindo. Além da cerimônia de conclusão, a programação incluiu uma missa em ação de graças e uma apresentação musical, que contou com a participação da técnica de enfermagem da UTI-NEO Juciane, da residente R2 de Farmácia Maressa e da fisioterapeuta da UTI e egressa do programa, Camila. Programa em expansão A Maternidade Escola Januário Cicco consolidou-se como um dos principais centros formadores na área. Atualmente, a maternidade oferece o Programa de Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva Neonatal e o Programa Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica. O programa, que inicialmente ofertava duas vagas para Enfermagem, Farmácia e Nutrição, passou por significativas expansões. Em 2016, com a chegada da Ebserh e o incremento no número de preceptores, foram incluídas vagas para Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia e Serviço Social, totalizando 14 vagas anuais. Em 2026, o programa foi novamente ampliado com a inclusão de duas vagas para Terapia Ocupacional, passando a ofertar 16 vagas por ano, distribuídas em oito categorias profissionais. Sobre a Ebserh A Mejc-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Marília Rêgo e Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Endometriose: conheça mais sobre essa doença que afeta cerca de oito milhões de brasileiras

Hospitais da Rede Ebserh fortalecem diagnóstico, tratamento e produção científica para qualificar o cuidado às mulheres NATAL (RN) – O Março Amarelo, campanha do Ministério da Saúde (MS) voltada à conscientização sobre a endometriose, inspira a reflexão sobre o problema ginecológico e as alternativas para qualificar o atendimento às mulheres.  nos hospitais universitários federais geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Especialistas da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) esclarecem sobre sintomas, diagnóstico e tratamento, além de alertar para os impactos sobre a qualidade de vida e a fertilidade feminina. Segundo dados do Ministério da Saúde, oito milhões de brasileiras estão diagnosticadas com endometriose. “A endometriose é uma doença benigna muito heterogênea. Trata-se de um tecido uterino — a mucosa que reveste por dentro o útero — que surge em outros locais do corpo. Isso pode ocorrer nas trompas, no ovário, bexiga, na pélvis, no intestino, no apêndice”, detalha a ginecologista da MEJC, Gleisse Aguiar. A médica explica que, embora as causas não sejam totalmente identificadas, frequentemente estão associadas a alterações do sistema imunológico, acometendo mulheres de diferentes faixas etárias, sobretudo no período reprodutivo. O principal sinal de alerta está na dor pélvica intensa, que aumenta no período menstrual — sintoma comumente negligenciado por profissionais de saúde e pelas próprias pacientes. A dismenorreia progressiva — quando a cólica piora com o passar dos anos — também exige atenção, ressalta. Para a especialista, a escuta qualificada e a investigação clínica adequada são fundamentais. O tratamento, ela acrescenta, depende do local de acometimento da lesão, do comprometimento do órgão e do desejo reprodutivo da paciente. Quando não há intenção de engravidar, o controle da dor com bloqueio hormonal (como contraceptivos orais) nutrição anti-inflamatória, apoio psicológico e fisioterapia pélvica, costumam ser a primeira escolha. Já nos casos em que não há resposta ao tratamento clínico ou quando a doença é mais avançada, pode ser indicada cirurgia minimamente invasiva para retirada dos focos de endometriose, preservando órgãos e fertilidade. Em quadros graves, contudo, pode ser necessária abordagem mais ampla para remover tecidos acometidos. “Nos casos mais leves, a dor é a principal consequência. Nos casos moderados, a dor pélvica acíclica e a infertilidade sao os maiores desafios. Quando há invasão dos tecidos vizinhos, como vias urinárias, bexiga, ureter e intestino necessitamos de uma equipe multidisciplinar”, comenta a médica. Gleisse reforça a importância do diagnóstico precoce: “Muitas vezes no tratamento, inadvertidamente, pode levar a mulher a um tratamento mutilador: com retiradas do ovário, útero, às vezes, uma colostomia ou ainda cirurgias incompletas” Outro desafio está na identificação tardia do problema em função do uso constante de anticoncepcionais: “Muitas mulheres só identificam a endometriose quando suspendem a medicação”. Inovação para o bem-estar da mulher Na Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), uma pesquisa inovadora investiga o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) como estratégia complementar para o tratamento da dor na endometriose. “Nós estamos investigando como a modulação da atividade cerebral pode influenciar os mecanismos de sensibilização central, um fenômeno em que o sistema nervoso passa a não regular mais a dor como deveria. Atualmente, estamos na fase de análise dos dados e, em breve, divulgaremos os resultados”, relata a pesquisadora Maria Thereza Micussi. Ela explica que a expectativa é compreender melhor o papel do cérebro na manutenção da dor e ampliar as possibilidades terapêuticas com abordagens não invasivas e conservadoras, complementares ao tratamento hormonal ou cirúrgico. Paralelamente, outro estudo conduzido na instituição investiga a incidência de sintomas urinários em mulheres com a doença. “A endometriose é tradicionalmente associada à dor pélvica, mas observamos na prática clínica que muitas pacientes também relatam alterações urinárias, como urgência, aumento da frequência miccional ou incontinência urinária”, ressalta ela. A equipe busca acompanhar essas pacientes ao longo do tempo para compreender a frequência e a evolução desses sintomas. A pesquisa, na MEJC-UFRN, integra as atividades do Ambulatório de Endometriose da maternidade e se articula com ensino e assistência, com participação de estudantes de graduação e pós-graduação dos Programas de Pós-Graduação em Fisioterapia e em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher. Sobre a Ebserh Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Elisa Andrade, com edição de Danielle Campos Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Hospital Universitário Onofre Lopes alerta para os sinais silenciosos das doenças renais e destaca avanços em pesquisas

Instituição busca voluntários para estudo sobre doença renal rara Natal (RN) – Sangue na urina, pressão alta e inchaço nas pernas podem ser sinais de alerta para problemas nos rins. No entanto, na maioria dos casos, a doença renal crônica é silenciosa. No Dia Mundial do Rim, celebrado neste ano no dia 12 de março, o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN/Ebserh), reforça a importância da prevenção. A data também é oportunidade para destacar os avanços científicos promovidos pela instituição na área de nefrologia. Prevenção começa com hábitos saudáveis De acordo com o nefrologista do Huol, Felipe Leite Guedes, a saúde renal se mantém, principalmente, com a adoção de hábitos saudáveis. “Grande parte das pessoas procura o nefrologista esperando um remédio específico, mas o que pouca gente sabe é que a função do rim se mantém com escolhas do dia a dia”, explica. A prática regular de atividade física, evitar o fumo, reduzir o consumo de sal e controlar doenças como pressão alta, diabetes, colesterol elevado e problemas cardíacos são medidas fundamentais para preservar os rins. Ainda segundo o nefrologista, o diagnóstico das doenças renais pode ser feito por meio de exames simples e de baixo custo, como a dosagem de creatinina no sangue e o exame de urina para avaliar a perda de proteínas. Campanha nacional: cuidar de pessoas e proteger o planeta Com o tema “Cuidar de pessoas e proteger o planeta”, a campanha nacional deste ano busca estimular uma assistência à saúde que una empatia, sustentabilidade e equidade no acesso ao diagnóstico e tratamento das doenças renais. Apesar dos avanços, ainda persistem desigualdades no cuidado, e muitos pacientes enfrentam dificuldades para chegar à diálise ou ao transplante. Pesquisa busca voluntários No Huol, além do atendimento ambulatorial, a busca por um cuidado mais acessível também ocorre na pesquisa clínica. A instituição desenvolve atualmente estudos voltados ao tratamento de doenças renais, com destaque para uma pesquisa multicêntrica internacional que investiga a eficácia e a segurança de uma nova medicação voltada a uma enfermidade rara: a glomerulonefrite membranoproliferativa. Segundo o nefrologista do Huol e pesquisador responsável, Felipe Leite Guedes, embora a pressão alta e o diabetes ainda sejam as principais causas de insuficiência renal, uma parcela significativa dos pacientes desenvolve a condição por doenças raras e de origem imunológica. “Até pouco tempo, essas doenças contavam com poucas opções terapêuticas. O Huol já realiza o diagnóstico por biópsia e a análise laboratorial em parceria com o hospital da UFMA, tudo pelo SUS. Mas faltavam alternativas eficazes de tratamento”, explica. A pesquisa busca voluntários com diagnóstico de glomerulonefrite membranoproliferativa idiopática (GNMP-I), confirmado por biópsia renal nos últimos 12 meses. Podem participar homens e mulheres com idade entre 18 e 60 anos. Os interessados em participar do estudo ou obter mais informações podem buscar orientação junto ao ambulatório de nefrologia do Huol pelo telefone (84) 99670-8676. Sobre a Ebserh  O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920