Transações via Pix terão maior monitoramento em novembro
A partir de 23 de novembro, as instituições financeiras sob supervisão do Banco Central começarão a ampliar o monitoramento das transações via Pix, a fim de localizar quantias desviadas em fraudes, de acordo com anúncio da autarquia nesta quinta-feira (28). A informação é da Folha de São Paulo. Hoje, a principal limitação do MED (Mecanismo Especial de Devolução), usado pelos brasileiros para pedir a devolução de um Pix após serem vítimas de um golpe ou de uma fraude, é que o BC só rastreia a primeira conta para onde o dinheiro foi desviado, mas bandidos pulverizam o dinheiro rapidamente em várias contas. No ano passado, a autoridade monetária conseguiu devolver menos de 7% do dinheiro desviado. O BC alterou a norma do Pix para permitir que mais de uma solicitação de devolução possa ser aberta quando houver pedido de recuperação de valores. A Folha apurou que, com a nova regra, as instituições terão capacidade técnica para rastrear o trajeto do dinheiro ao longo de cinco níveis de transferências. Se os criminosos dividirem o dinheiro em mais de uma conta, o BC vai analisar todas elas. Segundo o Banco Central, será possível devolver os recursos desviados em até 11 dias após a contestação. Em 2024, a ausência de dinheiro na conta que recebeu a transferência motivou 86% das quase 3,5 milhões de recusas do BC aos pedidos de devolução —e o estorno, quando ocorre, pode ser apenas parcial também por falta de saldo. Em novembro, terá início a adoção facultativa do chamado MED 2.0. A partir do próximo dia 2 de fevereiro, a funcionalidade será obrigatória. Antes do MED 2.0, o BC já trabalha na implementação do “autoatendimento” do MED, em que os usuários do Pix poderão enviar as contestações diretamente ao órgão regulador por meio de aplicativos dos bancos, de forma 100% digital e sem precisar interagir com o atendimento das instituições financeiras. No modelo original, só a empresa participante do sistema Pix pode informar o BC da ocorrência, após averiguar se o relato da vítima apresenta indícios suficientes de crime. Esse procedimento aumenta a espera, dando mais tempo para o criminoso espalhar o dinheiro. As instituições financeiras têm até 1º de outubro para implementar o mecanismo. Como contestar um pix se você foi vítima de golpe Quando o usuário contestar um Pix, os bancos devem informar (ao menos no primeiro acesso) as regras e etapas do processo, bem como o prazo máximo para solicitar a devolução dos recursos se a pessoa for vítima de golpe, fraude ou crime. O BC estabelece que, quando o cliente acionar a função de contestação, o banco deve direcioná-lo para o extrato da conta ou do Pix para a seleção da transação objeto da contestação. Em seguida, o usuário deve ser questionado sobre qual tipo de golpe, fraude ou crime sofreu, conforme as tipificações que constam no manual operacional do sistema. Entre as respostas possíveis que devem ser disponibilizadas ao cliente, o BC exemplifica: – Fui enganado por um golpista e realizei uma transação – Outra pessoa transferiu recursos da minha conta, sem acesso à minha senha e sem o meu conhecimento – Fui ameaçado ou tive minha liberdade restringida para ser forçado a fazer uma transação – Um fraudador usou minha senha para transferir recursos da minha conta, sem a minha autorização – Outro tipo de golpe (nesse caso, o banco também deverá colocar um campo solicitando um relato descritivo sobre o crime). Como exemplo, o BC sugere indicar que o envio de documentação complementar auxilia na comprovação da fraude ou que, se a solicitação for considerada procedente, o usuário receberá o dinheiro de volta em um prazo de até 11 dias. Ao registrar a demanda, a instituição financeira deverá fornecer dados como número do protocolo da solicitação de devolução, com data e horário; prazo máximo de resposta ao usuário sobre a aceitação ou recusa da contestação; existência de saldo na conta de quem recebeu a transação original para efetivação da devolução parcial ou total do valor, além da informação de que a instituição do recebedor será notificada da suspeita de fraude. Fonte:https://96fm.com.br/noticia/TgJWUPMY
Medeiros, morador de Nova Floresta, teve seu carro apreendido pelo DER e precisa de ajuda
Medeiros, morador de Nova Floresta, teve seu carro apreendido pelo DER e precisa de ajuda! 🚨 Medeiros trabalha há 10 anos fazendo transporte alternativo entre Cuité e Santa Cruz para sustentar sua família com três filhos. Agora, seu carro foi apreendido e levado para Natal, com a liberação custando entre R$ 3.000 e R$ 3.400. A cada dia que passa, o valor aumenta! Ele depende do veículo para trabalhar e manter a casa, e está pedindo a nossa ajuda. Qualquer quantia faz a diferença. 🙏 Se você puder ajudar, envie a sua contribuição para a chave PIX de Medeiros. Ele agradece imensamente!
Nutricionista da MEJC-UFRN/Ebserh fala sobre cuidados na introdução alimentar de bebês prematuros
Os erros mais comuns cometidos pelos pais na introdução alimentar de prematuros costumam estar ligados à ansiedade, falta de informação sobre idade corrigida e busca por soluções rápidas Natal (RN) – A introdução alimentar em bebês prematuros é um momento delicado e fundamental para o desenvolvimento saudável dessas crianças. Diferentemente dos recém-nascidos a termo, os prematuros possuem necessidades nutricionais específicas e maior vulnerabilidade a complicações digestivas e imunológicas. A nutricionista da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), da Rede Ebserh, Márcia Marília Gomes Dantas Lopes, fala sobre idade corrigida e como ela difere da idade cronológica em bebês prematuros para introdução alimentar. A alimentação complementar em bebês prematuros deve ser iniciada aos 6 meses de idade corrigida, ou seja, considerando a idade que o bebê teria se tivesse nascido na data prevista do parto. Márcia Marília explica que a idade corrigida é a idade ajustada de um bebê prematuro, calculada a partir da data em que ele deveria ter nascido (ou seja, a data provável do parto ou 40 semanas de gestação). “Ela serve para avaliar com mais precisão o desenvolvimento e o crescimento do bebê, considerando que ele nasceu antes do tempo previsto, enquanto a idade cronológica é a idade de nascimento real do bebê”, diz a profissional. Márcia Marília comenta que a idade corrigida deve ser considerada na introdução alimentar de prematuros por refletir melhor a maturidade neurológica, motora e fisiológica do bebê. “Isso evita iniciar a alimentação antes que ele esteja pronto, o que poderia trazer riscos como engasgos”, afirma. A nutricionista da MEJC-UFRN/Ebserh explica, ainda, que a introdução deve ocorrer com avaliação individual, considerando contexto clínico e sinais de prontidão. A profissional alerta que iniciar a alimentação complementar com base apenas na idade cronológica pode envolver alguns riscos, a exemplo de engasgos e aspiração pulmonar, aversão, recusa alimentar e seletividade no futuro, desconforto intestinal e comprometimento do crescimento. De acordo com Márcia Marília, um bebê prematuro demonstra sinais quando está apto para iniciar a alimentação complementar, a exemplo do controle adequado da cabeça e do pescoço, consegue sentar-se (mesmo que com apoio), não apresenta mais o reflexo de empurrar a língua para fora e mostra curiosidade ou vontade de experimentar alimentos. Evolução do paladar e aceitação dos alimentos Márcia Marília ressalta que existe diferença na evolução do paladar ou na aceitação dos alimentos entre prematuros e bebês nascidos a termo. “Prematuros podem ter mais dificuldades na aceitação alimentar do que bebês a termo porque têm menos exposição intrauterina a sabores”, explica. Os bebês prematuros passam por mais procedimentos pela via oral (como sonda orogástrica), iniciam a alimentação de forma diferente (via sonda, com fórmula ou via parenteral), além de apresentarem imaturidade na sucção e na deglutição, com isso, podem aumentar o risco de seletividade e resistência a novos sabores e texturas. “No entanto, com estímulo adequado, os prematuros conseguem evoluir e alcançar aceitação alimentar semelhante à dos bebês a termo”, aponta a nutricionista da MEJC-UFRN/Ebserh. Os alimentos recomendados no início da introdução alimentar de um prematuro são semelhantes aos indicados para bebês nascidos a termo, “mas devem ser oferecidos com mais atenção à consistência e densidade nutricional, a depender de condições clínicas específicas”, pontua Márcia. Segundo a nutricionista, a introdução alimentar tem impacto direto no ganho de peso e no crescimento dos prematuros, pois alguns já começam a vida com maior risco de déficits nutricionais. “Deve-se atentar a preparações muito diluídas ou introdução alimentar tardia, que podem levar a baixo ganho ponderal e estatural”, alerta a profissional. Erros mais comuns De acordo com Márcia Marília, os erros mais comuns cometidos pelos pais na introdução alimentar de prematuros costumam estar ligados à ansiedade dos pais, falta de informação sobre idade corrigida e busca por soluções rápidas. “Os erros mais comuns estão em antecipar ou atrasar etapas, diluir o valor nutricional das refeições e não respeitar o desenvolvimento do bebê, ignorar sinais de dificuldade oral (muitos pais não percebem problemas de sucção, mastigação ou deglutição, que exigiriam avaliação do fonoaudiólogo), oferta de biscoitos, sucos e ‘massas para engrossar’ (que atrapalham o crescimento saudável e aumentam o risco de obesidade)”, descreve a profissional. Sobre a Ebserh A MEJC-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas com revisão de Ludmila Wanbergna Unidade de Imprensa e Informação Estratégica 1 Coordenadoria de Comunicação Social João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Projeto de incentivo à amamentação é realizado na MEJC-UFRN
Iniciativa acolhe novas mamães tirando dúvidas, corrigindo erros frequentes e promovendo palestras sobre o tema Natal (RN) – Um alimento completo, seguro, gratuito e que salva vidas. Apesar dos benefícios que oferece, o aleitamento materno exclusivo ainda enfrenta barreiras de desinformação e dificuldades práticas, resultando em um índice global de apenas 46% de crianças amamentadas exclusivamente até os seis meses de idade. Para mudar essa realidade, um projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) atua na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), vinculada à Ebserh, para apoiar a amamentação. Intitulado “Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno: uma questão de salvar vidas”, o projeto é vinculado ao Departamento de Enfermagem da UFRN e conta com a participação de estudantes da área da saúde, docentes e profissionais da maternidade. Desde 2023, a iniciativa funciona por meio de visitas ao alojamento conjunto da MEJC. A equipe acolhe as novas mamães, tira dúvidas, observa a dinâmica da amamentação e ajuda a corrigir problemas comuns, como a pega e a sucção do bebê. A iniciativa vai além do suporte imediato. Ela também promove palestras educativas, apoia a coleta, o processamento e a distribuição de leite humano realizado pelo banco de leite da instituição, promovendo visitas domiciliares para garantir que o apoio continue após a alta hospitalar. A coordenadora do projeto, Maria de Lourdes Costa da Silva, destaca que a amamentação traz diversos benefícios para a mãe e o bebê, mas muitas vezes não é incentivada. “A paciente que amamenta diminui o sangramento e a probabilidade de hemorragia pós-parto. Já para o bebê, é um alimento fundamental, que reforça o sistema imunológico, auxilia no aumento de peso e crescimento”, explica Lourdes. Além de fortalecer a cultura do aleitamento materno, a iniciativa é um importante pilar na formação dos futuros profissionais de saúde. “Para o estudante, principalmente para o que está iniciando o curso, esse contato com o paciente e a abordagem é primordial, pois desenvolve o acolhimento e executa o que vê na teoria”, reforça a coordenadora. Experiência que transforma A estudante do 5º período de Enfermagem da UFRN, Nara Saldanha, é uma das integrantes do grupo. Ela conheceu o projeto ao buscar oportunidades de extensão no início da graduação. “É incrível perceber o impacto do aleitamento nas vidas das mães, dos recém-nascidos e no sistema de saúde como um todo. A extensão foi fundamental para que eu me encontrasse, tanto pessoalmente, quanto como futura profissional”, relata Nara. A estudante acrescenta que a experiência foi determinante para sua carreira: “O projeto foi essencial para que eu descobrisse meu amor pela neonatologia, pela saúde e pelo cuidado. Os vínculos que construí na maternidade me ajudam a desenvolver uma prática mais humana, empática e fundamentada em evidências. Além disso, a participação no projeto possibilitou a publicação de trabalhos”, enfatiza. Sobre a Ebserh A MEJC-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da EBSERH João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920
Aniversariantes do dia de hoje, 28/08/2025
Estimativa do IBGE aponta Santa Cruz com 39.101 habitantes
A população de Santa Cruz chegou a 39.101 habitantes, segundo estimativa populacional apresentada pelo IBGE nesta quinta-feira (28). A estimativa populacional é lançada anualmente pelo IBGE e serve para que demais entidades públicas se baseiem para destinação de recursos e outras políticas públicas existentes. No Censo de 2022, a população de Santa Cruz estava em 37.313 habitantes, números oficiais que foram questionados, pois um ano antes o próprio IBGE, em estimativa, afirmava que Santa Cruz tinha ultrapassado a marca de 40 mil habitantes. Agora, no número atualizado são 39.101 moradores santa-cruzenses. Fonte: Blog do Édipo Natan Foto Canindé Soares
COLAPSO NA SAÚDE: deputado Tomba Farias convoca classe política para encampar a campanha “SOS WALFREDO”
Diante do cenário de “colapso progressivo na saúde” do Rio Grande do Norte, apontado pela juíza Maria Cristina Menezes de Paiva Viana, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, o deputado estadual Tomba Farias, líder do PL na Assembleia Legislativa, convocou parlamentares, classe política e a sociedade civil organizada para encampar a campanha “SOS Walfredo”, com o objetivo de minimizar os problemas de abastecimento de insumos básicos que enfrenta o Walfredo Gurgel, maior hospital de emergência do estado. “Convoco meus colegas deputados, as classes política e empresarial, entidades médicas e clube de serviços para participar de uma campanha para que se possa adquirir insumos básicos que o hospital precisa, como luvas, álcool, lençóis. É urgente que se faça uma ação paliativa, mas essencial diante do quadro de caos”, explicou. Para Tomba, a saúde do estado chegou a um ponto que leva as pessoas a perderem vidas. “As despesas pagas em saúde no Rio Grande do Norte despencaram 68% no primeiro semestre de 2025, o que representa R$ 673,3 milhões a menos que no ano passado”, ressalta. O líder do PL lembra que, embora outras unidades de saúde, como os hospitais Santa Catarina, João Machado, Maria Alice Fernandes e até mesmo o Hemonorte, enfrentem também sérias dificuldades para funcionarem, a campanha em sua fase inicial deve priorizar o Walfredo Gurgel, maior pronto-socorro do RN, que somente com fornecedores acumula dívidas de R$ 11 milhões. “Vários materiais que os pacientes necessitam vêm sendo adquiridos pelos próprios familiares”, finalizou. FONTE: Assessoria de imprensa do deputado Tomba Farias