Arte urbana ocupa a Pinacoteca do Estado com a exposição A Cor da Noite do artista Igor Nescau

Com presença da artista Consuelo Véa Coroca, curadora da mostra, vernissage ocorrerá nesta quinta-feira (02), às 18h. Entrada aberta ao público.  A Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte inaugura nesta quinta-feira (02), a exposição A Cor da Noite, mostra individual do artista visual potiguar Igor Nescau, que ocupa pela primeira vez um espaço institucional para expressar sua arte. Com a presença da curadora Consuelo Véa Coroca, uma das maiores referências da nova geração de artistas visuais do Rio Grande do Norte, a abertura terá início às 18h, com entrada franca. Em cartaz até o dia 02 de maio, a mostra tem como proposta principal imergir o público no ambiente criativo de Nescau, que se reinventa e recria as experiências das ruas da cidade, materializando-as nos salões do Palácio Potengi. Segundo o artista, serão apresentadas obras inéditas que partem da pixação como linguagem estética e política e propõe reflexões sobre presença, território e identidade no espaço urbano. “A mostra desloca para dentro da instituição uma produção que nasce da rua e se constrói em diálogo direto com a cidade. A pixação, historicamente associada à intervenção urbana e à disputa simbólica do espaço, passa a ocupar um ambiente tradicionalmente voltado à preservação e à legitimação artística”, destaca Nescau. Segundo a curadoria, o movimento gerado pela mostra amplia o campo de leitura das obras e tensiona os limites entre o que é reconhecido como arte e o que costuma ser marginalizado. A exposição também reflete sobre a ocupação simbólica do espaço urbano e seus desdobramentos no campo institucional. “Ocupar um espaço cultural como a Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte é um privilégio que poucos artistas potiguares tiveram. Fico muito feliz em realizar minha primeira exposição individual em um espaço como esse e poder circular no cenário artístico de Natal levando uma arte que nasce da intervenção urbana para dentro desse território institucional”, disse Nescau. Na visão da curadora Consuelo Véa Coroca, a exposição estabelece um diálogo entre diferentes campos da produção artística contemporânea e reforça a importância de reconhecer práticas que operam fora dos circuitos tradicionais. “Ao ocupar a Pinacoteca, a arte urbana não perde sua potência. Pelo contrário, ela reconfigura seu lugar de enunciação e provoca uma revisão das estruturas institucionais. A presença dessas obras no espaço expositivo insere novas narrativas no circuito das artes visuais e contribui para ampliar o debate sobre produções que emergem das ruas e das periferias”, conceitua. Além da exposição, o projeto conta com um programa educativo que inclui quatro visitas mediadas conduzidas por arte-educador especializado em arte urbana. A programação se encerra com uma roda de conversa sobre o panorama da pixação na cidade de Natal. A exposição é realizada com recursos da Lei Aldir Blanc, via Política Nacional de Fomento à Cultura do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil, executada pelo Governo do RN, por meio da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação José Augusto (FJA), com apoio institucional da Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte. SERVIÇO:  A Cor da Noite | Artista visual Igor Nescau. Abertura: 02 de abril de 2026 (quinta-feira) – 18h. Visitação: de terça a sexta, das 8h às 17h; e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h. Entrada franca. Local: Palácio Potengi – Pinacoteca do Estado – Praça Sete de Setembro, Cidade Alta. Natal (RN). Siga: @pinacotecapotiguar. Fotos: Artista Igor Nescau – Divulgação e Placa Palácio Potengi/Cynthia Campos/Arquivo/Assecom-FJA. Informações à Imprensa: Eliade Pimentel (84) 99142-3289 ASSECOM/FJA 🔵 Instagram: @culturarnfja 🔵 Site: www.cultura.rn.gov.br

Mestrado em saúde da mulher da MEJC-UFRN promove ação de prevenção ao câncer do colo do útero em comunidades quilombolas

Iniciativa utiliza autocoleta de teste de HPV para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e promover a equidade em saúde para mulheres negras Natal (RN) – No mês marcado pela campanha Março Lilás, de conscientização e prevenção do câncer do colo do útero, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Rede HU Brasil, realizou uma ação estratégica de saúde pública. Na penúltima semana do mês, dia 23, a instituição levou atendimento especializado às comunidades quilombolas Moita Verde, em Parnamirim, e Capoeiras, em Macaíba. A atividade foi viabilizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher (PPgCASM) da UFRN, com campo de atuação na Mejc. O objetivo central da iniciativa é a implementação da autocoleta para o teste de HPV, uma estratégia inovadora que visa reduzir a mortalidade por câncer de colo de útero, especialmente entre mulheres negras e quilombolas. De acordo com a coordenadora do PPgCASM, Janaína Crispim, a escolha do público-alvo é estratégica para combater disparidades históricas na saúde. “O tema central são mulheres negras e pardas, população que apresenta maiores taxas de incidência e mortalidade por esse tipo de câncer no país”, explicou. A ação integra a campanha nacional “Previna-se”, uma parceria entre o PPgCASM, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e diversas comunidades quilombolas pelo Brasil. O projeto busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) através da detecção de DNA/HPV, considerado o método mais eficaz de rastreamento da doença. Um dos grandes diferenciais da metodologia é a autocoleta. Segundo a coordenadora do PPgCASM, a detecção precoce do vírus pode ser feita de forma simples, permitindo que a própria paciente realize a coleta onde se sentir mais confortável. Capacitação e Integração com a Rede Para garantir o sucesso das coletas, a programação contou com etapas preparatórias. A equipe da MEJC recebeu coordenadores do projeto vindos de Maringá (PR) para alinhar os protocolos em um treinamento Multiprofissional. Já na segunda-feira (23), o treinamento foi estendido aos agentes comunitários de saúde e equipes das unidades de saúde dos quilombos. Referência no Norte e Nordeste Sediado na MEJC-UFRN, o PPgCASM é o único mestrado especializado em Saúde da Mulher das regiões Norte e Nordeste funcionando dentro de uma unidade hospitalar. O programa destaca-se pela formação integrada ao serviço, permitindo que mestrandos e pesquisadores vivenciem desafios práticos da assistência e contribuam diretamente para a melhoria do cuidado à população potiguar. Sobre a HU Brasil  Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Huol-UFRN/HU Brasil recruta voluntários para estudo sobre relação entre dor na mandíbula e zumbido

Participantes recebem avaliação gratuita, orientações personalizadas e acompanhamento inicial Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), da Rede HU Brasil, está recrutando voluntários para uma pesquisa que investiga a relação entre a Disfunção Temporomandibular (DTM) e o zumbido, condições que podem comprometer significativamente a qualidade de vida. O estudo é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob orientação da professora Karyna Figueiredo Ribeiro, em parceria com o ambulatório especializado em zumbido do setor de Otorrinolaringologia do Huol/HU Brasil, coordenado pela professora Lidiane Ferreira. Segundo a pesquisadora, a motivação está na alta prevalência da DTM, que afeta cerca de 30% da população, especialmente adultos em idade produtiva. Além de dor na mandíbula, nas têmporas e na região do ouvido, a condição pode estar associada a dor de cabeça, desconforto cervical e zumbido, considerado um dos sintomas mais incapacitantes. “Aproximadamente 75% das pessoas com DTM relatam sintomas otológicos, como sensação de ouvido tampado, dificuldade auditiva, tontura ou zumbido. Entre eles, o zumbido tende a ter maior impacto na vida dos pacientes”, explica Karyna. Relação entre mandíbula e audição  A associação entre DTM e zumbido está relacionada a conexões anatômicas e neurofisiológicas entre a mandíbula e o sistema auditivo. Estudos indicam que pessoas com DTM podem ter até oito vezes mais chances de apresentar zumbido em comparação com a população geral. Um dos focos da pesquisa é o zumbido somatossensorial, tipo que pode ser modulado por estímulos musculares da cabeça e do pescoço, alterando intensidade, frequência ou localização do som percebido. Além do desconforto físico, o zumbido está associado a estresse, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e dificuldade de concentração. Quando ocorre junto à DTM crônica, o quadro pode se tornar mais complexo, com maior intensidade de dor e impacto funcional. Como funciona a pesquisa Os participantes passarão por duas avaliações clínicas, com cerca de uma hora cada, realizadas no Huol/Ebserh ou no Departamento de Fisioterapia da UFRN. No primeiro encontro, serão analisados o tipo e a gravidade da DTM, além da aplicação de questionários sobre dor, zumbido e qualidade de vida. No segundo, será feita uma avaliação física detalhada do zumbido, com foco em possíveis influências musculoesqueléticas. Os voluntários também receberão orientações práticas para o controle dos sintomas, incluindo manejo da dor, estratégias para reduzir a percepção do zumbido e exercícios personalizados. Será entregue uma cartilha com orientações terapêuticas e, quando necessário, haverá encaminhamento para continuidade do tratamento. Entre os benefícios, estão o acesso gratuito à avaliação fisioterapêutica especializada e orientações individualizadas. Os resultados do estudo podem contribuir para aprimorar o diagnóstico e o tratamento da DTM e do zumbido. Como participar A pesquisa é conduzida pela fisioterapeuta Amanda Matias, mestranda do programa, e segue até 30 de abril. Podem participar pessoas entre 18 e 65 anos que apresentem dor na mandíbula, ouvido ou têmporas há mais de três meses, associada à presença de zumbido. É necessário não estar em tratamento medicamentoso ou fisioterapêutico para dores na cabeça ou pescoço. Interessados podem se inscrever pelo formulário: https://forms.gle/3qJvN9NGDVZ8iSP27 Sobre a HU Brasil  Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. Por Aline Freitas, com edição de Maria Carvalho Costa Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920