Desde o início da gestão Aninha e Elcio, demissões e conflitos internos deixaram de ser exceção e viraram regra. O padrão é claro: quem diverge, cai. Não é caso isolado, é método.
A lista de atingidos só cresce — do vice-prefeito Nielmo a ex-servidores como Véi Goleiro, Ivana, Jhony Lira, Ranny, Wellington, Álvaro e João Batista. Nem aliados escapam: Jozy Carvalho, Lucas Diego, Nixon e outros sentiram o peso da “mão de ferro”.
O clima é tão pesado que servidores evitam até eventos políticos, com medo de retaliação no dia seguinte. Governa-se pelo medo.
Diante disso, cai a máscara: o “amor” das redes sociais não combina com a prática, e o discurso de justiça não resiste aos fatos. Autoritarismo não é gestão. É perseguição.