Huab-UFRN recebe nova turma de residentes nas áreas médica, uni e multiprofissional

38 ingressantes participaram de momento de integração junto aos gestores e preceptores Santa Cruz (RN) – No último dia 2 de março, o Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), recepcionou os 38 ingressantes nos 6 programas de residência médica, uni e multiprofissional da instituição, turma 2025. O evento marca o início de um novo ciclo de formação de especialistas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O momento de integração contou com a participação da superintendente do Huab, Claudia Rubim; do secretário da secretaria da saúde pública do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta; do superintendente do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, Jalmir Simões da Costa; da gerente de Ensino e Pesquisa, Simone Pedrosa; da representante da comissão de residências médicas do Huab, Katia Araújo; e da representante da comissão da residência uni e multiprofissional, Alianny Rodrigues. A gestão destacou a importância da realização de uma pós-graduação em um hospital universitário, no qual o residente aprende, além da técnica, a importância do ensino, da pesquisa e da inovação tecnológica. “O Huab está realizando a semana de integração dos residentes com uma responsabilidade ainda maior, pois foi reconhecido como um dos 100 melhores hospitais públicos do Brasil, pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), e o hospital mais bem avaliado pela pesquisa de satisfação do ensino da Ebserh pelo segundo ano consecutivo. Precisamos manter cada vez mais esse nível de excelência”, destacou a superintendente do Huab. Na residência médica, o Huab recebeu 22 residentes nas seguintes especialidades: ginecologia e obstetrícia, medicina de família e comunidade, anestesiologia e pediatria. Nas áreas uni e multiprofissional, os programas de saúde materno-infantil e em Enfermagem Obstétrica contam agora com 16 novos residentes. Desde 2020, o ingresso nos programas de residência no Brasil é realizado por meio do Exame Nacional de Residência (Enare), que é aplicado pela Ebserh, instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Na última edição, o exame ofereceu 11.329 vagas para 138.974 profissionais inscritos de todo o país. Boas-vindas A recepção contou com uma programação durante todo o dia 2, que teve como objetivo apresentar o funcionamento e as rotinas assistenciais do hospital, explicando sobre os principais pilares, que são o ensino, a pesquisa e a assistência, bem como os direitos e deveres dos residentes. Sobre a Ebserh O Huab-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paola Caracciolo e Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Huol-UFRN recebe nova turma de residentes nas áreas médica, uni e multiprofissional

122 ingressantes participaram de momento de integração junto aos gestores e preceptores  Natal (RN) – No último dia 2 de março, o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), recepcionou os 122 ingressantes nos 32 programas de residência médica, uni e multiprofissional da instituição, turma 2025. O evento marca o início de um novo ciclo de formação de especialistas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O momento de integração contou com a participação do pró-reitor de pós-graduação da UFRN, Rubens Maribondo, representando o reitor; da superintendente do Huol, Eliane Pereira; do diretor do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN), Antônio de Lisboa Lopes Costa; do gerente de Ensino e Pesquisa do Huol, Carlos Alberto Almeida de Araújo; do gerente de atenção à saúde, João Ferreira de Melo Neto; da gerente administrativo em substituição, Suzana Medeiros; do coordenador da comissão de residência médica, Gilmar Amorim; e da vice-coordenadora da comissão Estadual de residências multiprofissionais do RN, Neyse patrícia do Nascimento. A gestão destacou a importância da realização de uma pós-graduação em um hospital universitário, no qual o residente aprende, além da técnica, a importância do ensino, da pesquisa e da inovação tecnológica. “Estamos sempre buscando a melhor estrutura e qualificando os nossos profissionais para que os residentes possam ter o acolhimento necessário, os insumos adequados e a área de atuação pronta para recebê-los. Ao formar especialistas, nós estamos ajudando o SUS a ter um corpo clínico qualificado para atender todos os pacientes com excelência”, ressaltou a superintendente do hospital. Na residência médica, o Huol recebeu 88 residentes nas seguintes especialidades: anestesiologia, cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, dermatologia, ecocardiografia, endocrinologia e metabologia, endocrinologia pediátrica, gastroenterologia, gastroenterologia – endoscopia digestiva, gastroenterologia pediátrica, infectologia, medicina de família e comunidade, medicina intensiva, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, patologia, pediatria, psiquiatria, radiologia e diagnóstico por imagem, reumatologia e urologia. Nas áreas uni e multiprofissional, os programas de atenção à saúde da criança, atenção psicossocial, cardiologia, terapia intensiva adulto, cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial contam agora com 34 novos estudantes. Desde 2020, o ingresso nos programas de residência no Brasil é realizado por meio do Exame Nacional de Residência (Enare), que é aplicado pela Ebserh, instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Na última edição, o exame ofereceu 11.329 vagas para 138.974 profissionais inscritos de todo o país. Renato Dantas, ingressante no programa de residência médica em endoscopia digestiva, comentou sobre a satisfação de iniciar uma nova etapa de estudos no hospital universitário. “Estou entrando no meu quinto ano de residência. Fiz dois anos de clínica médica, dois anos de gastroenterologia e agora vou fazer endoscopia para encerrar esse ciclo de aprendizados, o que é muito importante para toda minha formação profissional”, enfatizou. Boas-vindas A recepção contou com uma programação durante todo o dia 2, que teve como objetivo apresentar o funcionamento e as rotinas assistenciais do hospital, explicando sobre os principais pilares, que são o ensino, a pesquisa e a assistência, bem como os direitos e deveres dos residentes. Sobre a Ebserh O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paola Caracciolo e Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

HUOL-UFRN recruta crianças com anemia grave para estudo sobre doença rara do sangue

Pesquisa investiga Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), condição que pode causar trombose e falência da medula Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), está com recrutamento aberto para crianças do Norte e Nordeste que apresentem sintomas compatíveis com Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), uma doença rara, crônica e potencialmente grave que afeta as células do sangue. O estudo clínico é voltado à população pediátrica e posiciona a instituição como o único hospital da Rede Ebserh nas duas regiões com pesquisa ativa nessa área. O hospital tornou-se apto para a realização do estudo a partir de dezembro de 2025, após a aprovação de regulatório, aferição dos equipamentos necessários ao suporte dos participantes envolvidos e treinamento da equipe, composta por oito profissionais que atuam no Centro de Pesquisa Clínica do HUOL. De acordo com Ana Katarine Caldeira, chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e da Inovação Tecnológica do hospital universitário, podem participar crianças que apresentem sinais suspeitos da doença. “Crianças que possuam os sintomas como anemia, urina escura como Coca-Cola e trombose, a partir da identificação e indicação feita por qualquer profissional pediatra. Durante o estudo, é feito o exame que atesta se a criança está com a doença ou não”, ressalta. Condição rara A Hemoglobinúria Paroxística Noturna é uma condição rara e de difícil diagnóstico. Cansaço persistente, anemia recorrente, dores no corpo e episódios de trombose estão entre os principais sinais. Celebrado em 26 de fevereiro, o Dia Mundial de Conscientização sobre a HPN reforça a importância do diagnóstico precoce, do acesso ao tratamento adequado e da disseminação de informação qualificada, fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir estigmas associados à condição. Segundo Cassandra Valle, médica da Hematologia Pediátrica e investigadora principal do estudo, trata-se de “um distúrbio genético adquirido, raro, que afeta de um a 10 casos por milhão de pessoas e provoca redução ou ausência de uma proteína presente na célula-tronco hematopoética, que dá origem a outras células sanguíneas. A ausência dessa proteína faz com que essas células fiquem predispostas à destruição pelo sistema complemento”, explica. A doença ocorre com maior incidência em pessoas acima de 30 anos, mas também pode atingir crianças. A alteração leva à destruição mais frequente das hemácias, causando anemia intensa, predisposição à trombose e até falência medular, podendo evoluir para aplasia com indicação de transplante. A médica também cita outros sinais associados. “Podemos destacar como principais manifestações uma anemia hemolítica com Coombs Direto negativo [quando a anemia, se presente, provavelmente não é autoimune], além de um quadro hemolítico não hereditário, após exclusão de outras causas. Em adultos e crianças, pode haver diminuição de número de plaquetas e eventos trombóticos sem causa aparente, evolução para pancitopenia [queda dos glóbulos vermelhos, brancos e das plaquetas], falência medular e até comprometer a função renal”. Diagnóstico De acordo com Valle, o diagnóstico começa com a suspeita clínica, diante de um quadro de anemia hemolítica, em que há destruição das células sanguíneas. “São solicitados exames como o Coombs Direto negativo, além de outros testes laboratoriais de fácil acesso, como hemograma e LDH. Também pode ser realizada análise de sangue periférico por citometria de fluxo, exame disponibilizado no estudo realizado no HUOL”, explica. A especialista ressalta que as estratégias terapêuticas variam conforme o grau de comprometimento da medula e, em situações mais avançadas, pode ser indicado o transplante de medula óssea. “Existem medicamentos que inibem o complemento responsável pela destruição das hemácias e há também um novo medicamento de uso oral, ainda em fase de estudo no HUOL, que oferecerá mais comodidade ao participante do estudo, já que não será administrada por via endovenosa. Medidas complementares, não curativas, incluem suplementação de ferro, ácido fólico e uso de anticoagulantes para prevenção de complicações trombóticas, incluindo ainda transfusões”, ressalta. Cassandra Valle reforça a importância da pesquisa na área, considerando que a HPN é uma doença rara, grave e potencialmente fatal, sobretudo em crianças, especialmente quando evolui para aplasia medular. “A condição também apresenta risco relacionado ao tromboembolismo, podendo levar a um Acidente Vascular Cerebral e até ao óbito”, alerta. Importância do estudo O estudo contribui diretamente para a busca de novas abordagens terapêuticas. “Por ser muito incomum na infância, há poucos estudos sobre medicamentos direcionados a essa patologia. Isso dificulta a identificação de tratamentos eficazes, já que são complexos de serem testados. Um ensaio clínico pediátrico permite compreender melhor as manifestações, a resposta às terapias e os impactos no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Esses achados fortalecem práticas clínicas mais seguras e eficazes no futuro”, salienta. Para o HUOL e a UFRN, a participação na pesquisa é estratégica. “Essa iniciativa nos consolida como centro de referência em patologias hematológicas, sendo o principal e único centro das regiões Norte e Nordeste com recrutamento para essa condição, com foco no estudo de novos medicamentos”, conclui. Como participar da pesquisa A triagem é realizada pelo Centro de Pesquisa Clínica do HUOL, pelo telefone (84) 99670-8676. O estudo é aberto a crianças do Norte e Nordeste com suspeita de Hemoglobinúria Paroxística Noturna, mediante avaliação e indicação de pediatra. Durante a pesquisa, é feito o exame que confirma ou descarta o diagnóstico. Os participantes recebem o medicamento em teste, acompanhamento especializado e ressarcimento de despesas relacionadas à participação. Sobre a Ebserh O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. SERVIÇO O que? Estudo clínico pediátrico sobre Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) Onde? Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL-UFRN) Público-alvo? Crianças com suspeita de HPN nas regiões Norte e Nordeste Quem pode participar? Crianças que apresentem sintomas como: Anemia, Urina escura (cor semelhante à Coca-Cola), Trombose, ou outros sinais compatíveis com HPN,

Huol-UFRN/Ebserh fortalece cuidado multidisciplinar a pacientes com doenças raras e ELA

Acompanhamento especializado integra assistência, pesquisa e acolhimento psicológico, garantindo mais qualidade de vida e apoio às famílias Natal (RN) – O caminho até um diagnóstico preciso é longo e cheio de incertezas para milhões de pacientes com doenças raras no Brasil. Para muitos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), essa jornada encontra um ponto de chegada nos Hospitais Universitários vinculados à Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), onde equipes especializadas e produções científicas aplicadas à assistência atuam juntas para identificar o que antes era desconhecido. No Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN/Ebserh), uma equipe formada por neurologistas, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e dentista acompanha pacientes com condições raras, entre elas a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O olhar multidisciplinar torna-se um diferencial na identificação e no tratamento de padrões clínicos pouco frequentes. “O acompanhamento traça metas de atendimento individual. O acolhimento com o paciente e a família é feito desde o início e a equipe planeja as melhores intervenções, sempre atualizadas com as pesquisas científicas realizadas no Brasil e no mundo”, avaliou Elisângela Duarte, esposa de Altevi Duarte, que faz tratamento para ELA no Huol-UFRN desde janeiro de 2024. O neurologista do Huol, Felipe Toscano, destaca que o principal desafio clínico está no reconhecimento precoce. “Muitas doenças neurológicas raras começam com sintomas comuns e pouco específicos, o que pode atrasar a suspeita diagnóstica inicial. Isso exige um olhar clínico atento e experiência para identificar sinais de alerta”, explica. Segundo ele, no contexto do SUS também há desafios relacionados ao acesso a exames especializados e à necessidade de fluxos bem estruturados para encaminhamento a centros de referência. “A organização da rede assistencial e a capacitação contínua dos profissionais são fundamentais para reduzir o tempo até o diagnóstico correto”, afirma. Toscano ressalta ainda que o acompanhamento especializado influencia diretamente a evolução clínica e a qualidade de vida. “Em muitas doenças neurológicas raras, o diagnóstico precoce e o início oportuno do tratamento impactam diretamente a evolução. Além do tratamento medicamentoso, o seguimento regular permite monitorar a atividade da doença, prevenir complicações e integrar uma abordagem multiprofissional. Isso melhora funcionalidade, autonomia e qualidade de vida”, pontua. Ele também defende o fortalecimento dos serviços de referência. “Doenças raras exigem organização assistencial, integração entre serviços e compromisso institucional. Quando há estrutura adequada e equipe capacitada, é possível oferecer diagnóstico mais rápido, tratamento adequado e mais qualidade de vida para esses pacientes.” Impacto emocional e papel da Psicologia A coordenadora adjunta do projeto de extensão Ambulatório Multidisciplinar de Doenças do Neurônio Motor/ELA do Huol/Ebserh, Glauciane Santana, explica que o processo até a confirmação diagnóstica costuma ser marcado por angústia e expectativa. “Tanto os pacientes quanto os familiares são tomados pela angústia nesse processo investigativo. São muitos exames e diversos profissionais envolvidos, que precisam ter muito critério e responsabilidade antes de fechar o diagnóstico. Muitas vezes, depositam a esperança de que a resposta afirmativa também traga o tratamento curativo, o que ainda não temos”, destaca. Segundo ela, o acompanhamento especializado faz diferença significativa na qualidade de vida. “O que sabemos e afirmamos é que o acompanhamento multidisciplinar especializado fará toda a diferença, trazendo melhor qualidade de vida e fortalecimento emocional para enfrentar o diagnóstico de uma doença muito complexa, que se manifesta de forma muito individualizada.” De acordo com Glauciane, a Psicologia exerce papel estratégico na equipe multiprofissional do Huol/Ebserh. “A Psicologia atua na coordenação adjunta para que o fluxo de acesso seja mais eficiente e participa do primeiro acolhimento, mediando a relação entre o Huol, a equipe ambulatorial e os familiares”, explica. Ela também destaca a atuação na investigação do perfil cognitivo dos pacientes e na produção científica do ambulatório. “O acolhimento é o porto das angústias, dos medos e da dificuldade de compreensão de uma doença tão complexa. A Psicologia tem sido a mão que apoia o paciente e os familiares, ajudando na compreensão e aceitação da ELA e, dessa forma, melhorando a adesão ao tratamento”, conclui. Doenças raras As doenças raras são definidas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), como aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil. Embora isoladamente pareça pouco, somadas, atingem mais de 13 milhões de brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde, o que as caracteriza como um desafio crescente de saúde pública. Sobre a Ebserh  O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas, com edição de Ludmila Wanbergna Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Inscrições para concurso da Ebserh para área médica são prorrogadas até 5 de fevereiro

São 150 vagas previstas para 96 cargos/especialidades médicas Brasília (DF) – O período de inscrições para o concurso da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) – área médica foi prorrogado até 5 de fevereiro. São mais de 150 vagas para 96 cargos e/ou especialidades médicas para atuação nos hospitais universitários sob administração da estatal. O edital normativo está disponível nos sites da Ebserh e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Dentre as especialidades com vagas imediatas estão inclusas cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, pediatria, anestesiologia, cardiologia e oncologia, além das áreas definidas conforme a necessidade de cada hospital. O concurso vigente, homologado em 2025, convocou seis vezes o número de vagas previstas, esgotando o cadastro de reserva em várias especialidades. O formulário eletrônico de inscrição está disponível através do link. Cronograma  O processo seletivo é dividido em duas etapas: a prova objetiva, que tem caráter eliminatório e classificatório, e a prova de títulos acadêmicos, que é apenas classificativa. Só poderão realizar a segunda etapa os candidatos aprovados na prova objetiva, respondendo o formulário disponibilizado de forma eletrônica após a convocação do participante. A realização da prova objetiva está prevista para o dia 29 de março de 2026 e a divulgação dos resultados preliminares para 27 de abril. O período de cadastro e envio dos títulos acadêmicos será entre os dias 28 e 29 de abril e o resultado definitivo da prova deve ser divulgado no dia 11 de maio. Novidades  Este é o primeiro concurso da Ebserh que contará com oportunidades para o Hospital Universitário dos Servidores do Estado da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (HUSE-Unirio). Em dezembro de 2025, a unidade – que era do Ministério da Saúde e foi cedida para a Unirio – passou a fazer parte da Rede Ebserh por meio da fusão com o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG-Unirio), já administrado pela estatal. Os demais hospitais universitários federais geridos pela Ebserh também terão vagas ofertadas no certame. O edital prevê reserva de vagas para pessoas pretas e pardas (25%), pessoas com deficiência (10%), indígenas (3%) e quilombolas (2%). Houve um incremento de 5% na cota para pessoas pretas e pardas. Além disso, a nova ordem de convocação priorizará as pessoas com deficiência. Confira o cronograma completo através do edital. Sobre a Ebserh  Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Coordenadoria de Comunicação Social da Rede Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

HUAB-UFRN recebe fisioterapeutas portuguesas em visita técnica voltada à saúde da mulher

Ação integra estratégia de internacionalização do ensino da UFRN Santa Cruz (RN) – O Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB-UFRN-Ebserh) recebeu, entre os dias 21 e 23 de janeiro, a visita técnica das fisioterapeutas e estudantes de mestrado Catarina Alexandra Machado Coelho e Ana Felipa da Cunha Oliveira, ambas da Escola Politécnica do Porto (Portugal). As estudantes participam de mobilidade acadêmica vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com foco na área de Fisioterapia e Saúde da Mulher. Durante a experiência no HUAB, as mestrandas acompanharam a rotina assistencial, atividades multiprofissionais e práticas voltadas ao cuidado integral da mulher, especialmente no contexto materno-infantil. A vivência permitiu a troca de conhecimentos entre profissionais, docentes e discentes, fortalecendo a cooperação acadêmica internacional e o compartilhamento de experiências entre os sistemas de saúde brasileiro e português. Para Catarina Alexandra Machado Coelho, de 30 anos, a passagem pelo hospital foi marcada pela aprendizagem e pelo acolhimento da equipe. “Tem sido uma partilha muito positiva porque podemos notar que aqui a fisioterapia no trabalho de parto tem um papel importante, o que não se ver em Portugal, pois lá o nosso papel é mais passivo, voltado para o pré-parto e pós-parto. Destaco que a experiência aqui está sendo bastante gratificante e agradecemos a oportunidade de estar aqui”, destacou a estudante. Já Ana Felipa da Cunha Oliveira, de 33 anos, ressaltou a importância do intercâmbio para o aprimoramento profissional. “Está sendo uma experiência incrível e muito enriquecedora, principalmente porque aqui é uma realidade a participação do fisioterapeuta durante o parto, e está aqui aprendendo é uma experiencia única que vai acrescentar na nossa formação profissional e prática em Portugal”, afirmou. As estudantes foram recebidas pela fisioterapeuta Alianny Raphaely Rodrigues Pereira, especialista em Fisioterapia na Saúde da Mulher e preceptora da unidade, que acompanhou as atividades desenvolvidas durante a visita. “Destaco a importância do HUAB no âmbito internacional por ser uma escolha das alunas para levar a nossa experiência na fisioterapia obstétrica para fora do país. Durante a visita, compreendemos a necessidade da vivência das estudantes na sala de parto, ressaltando o papel multiprofissional fornecido pelo Hospital, no tocante a satisfação com o parto das mulheres, alívio da dor e principalmente focar na biomecânica com uma visão mais fisioterapêutica”, ressaltou Alianny. O chefe do Setor de Gestão do Ensino do HUAB, Pedro Farias, destacou o papel do hospital no processo de internacionalização da HUAB-UFRN. “O Ana Bezerra tem se consolidado como um espaço estratégico para o ensino, a pesquisa e a extensão. Essas visitas técnicas reforçam nosso compromisso com a formação qualificada, humanizada, cidadã e com a internacionalização, promovendo intercâmbios que enriquecem toda a comunidade acadêmica e assistencial”, afirmou. Após a experiência no HUAB, as mestrandas portuguesas seguem com as atividades de intercâmbio na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), em Natal, onde permanecem até 21 de março, dando continuidade às trocas de conhecimento na área de saúde da mulher. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à internacionalização do ensino na UFRN. Em setembro de 2025, o HUAB também recebeu a visita de quatro mestrandas em Enfermagem em Saúde Materna e Obstétrica da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC). A imersão fez parte de um convênio firmado entre a instituição portuguesa e o Programa de Pós-Graduação em Saúde e Sociedade (PPGSES/UFRN), reforçando o papel do hospital como campo de práticas e de cooperação acadêmica internacional. Sobre a Ebserh O Huab-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Deivson Mendes da Silva, Jornalista da Unidade de Comunicação Regional 6 Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Resultados da Pesquisa de Satisfação do Ensino demonstram alta qualificação do Huol na formação de profissionais da saúde

98 % dos estudantes e docentes indicam o Hospital Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), que faz parte da Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), segue fortalecendo suas práticas de formação profissional observando a opinião da comunidade hospitalar. Dados da última Pesquisa de Satisfação do Ensino (PSE), realizada entre outubro e dezembro de 2025, apontam o Huol como o hospital mais indicado como instituição formadora, com um percentual de 98,7%. Além de liderar nacionalmente nesse indicador, o hospital obteve 81,7% de satisfação geral com o ensino, conquistando a segunda melhor posição entre os hospitais universitários da rede. A pesquisa contou com a participação de 403 membros da comunidade hospitalar, sendo 252 estudantes (de residência, graduação e ensino técnico) e 151 professores e preceptores. Para a Diretora de Ensino, Pesquisa e Inovação, Cristiane Melo, a PSE é um instrumento estratégico para qualificar continuamente a formação profissional nos hospitais da Rede, fortalecendo a gestão participativa e o aprimoramento permanente do ensino. “Seus resultados evidenciam a excelência dos hospitais universitários como cenários de prática e orientam decisões baseadas em evidências. Trata-se de uma ferramenta essencial para integrar assistência, ensino, pesquisa e inovação com qualidade e compromisso público, além de ser a base para a construção do plano de melhoria para a área do ensino”, declarou. A Superintendente do Huol, Eliane Pereira, atribui o reconhecimento ao trabalho coletivo e ao foco na qualidade. “Esta conquista é fruto do esforço de todos na gestão para melhorar continuamente nossa infraestrutura e assistência, sempre com humanização. Nosso objetivo é integrar cada vez mais a academia, a pesquisa e a assistência, formando profissionais capacitados e comprometidos com o SUS”, enfatizou. O gerente de Ensino e Pesquisa, Carlos Alberto Almeida, ressalta que o resultado reflete o compromisso do Huol com a excelência na formação em saúde e a indissociabilidade entre ensino e assistência. “Agradecemos a todos os discentes, docentes, preceptores, residentes e técnicos que contribuíram com suas percepções, e reiteramos que a GEP segue empenhada em fortalecer o binômio ensino-assistência, formando profissionais de saúde qualificados e comprometidos com o SUS”, declarou. A PSE aborda aspectos ligados a quatro eixos: infraestrutura hospitalar (espaços físicos, recursos, limpeza, tecnologia); aos serviços/cenários de prática (organização dos serviços assistenciais, acolhimento, organização de fluxos, quantitativo de casos clínicos); preceptoria (apoio, participação, orientação, disponibilidade); e formação profissional (estágios, conhecimento adquirido na assistência, oferta de projetos de pesquisa e extensão). Resultados nacionais A Pesquisa é conduzida pela Diretoria de Ensino, Pesquisa e Inovação (DEPI) em parceria com a Ouvidoria-Geral da Ebserh e teve a participação de 8.382 pessoas, entre alunos de graduação, do ensino técnico e residentes (5.216), além de professores e preceptores (3.166). Entre os principais resultados obtidos nacionalmente, 93,9% indicaram os Hospitais da Rede e o nível de satisfação com relação às instituições como cenário de prática foi de 72,7%. Também foi possível verificar que 85% dos participantes afirmaram ter boa experiência de aprendizado junto à assistência prestada ao paciente, e que o índice de atribuição de notas entre 7 e 10 pelos estudantes aos hospitais foi de 79%. O ouvidor-geral, Diego Henrique Rezende, defendeu que a Pesquisa representa um avanço importante para a concretização de uma gestão coletiva e preocupada com a democratização das relações nos hospitais universitários federais. “Esse conjunto de elementos favorece a adoção de decisões mais assertivas, contribuindo com o aprimoramento do ensino, pesquisa e inovação”, concluiu. A pesquisa é feita anualmente desde 2019. Confira os resultados desta edição e das anteriores clicando aqui. Sobre a Ebserh  O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Marília Rêgo e Paulina Oliveira, com revisão de Danielle Campos Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Campanha sobre hanseníase reforça o papel do Huol-UFRN/Ebserh no diagnóstico, tratamento e combate ao estigma

Conscientização, informação qualificada e cuidado multiprofissional são essenciais para reduzir impactos físicos e sociais da doença Natal (RN) – O Janeiro Roxo é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a hanseníase, doença infecciosa crônica que ainda representa um importante desafio para a saúde pública no Brasil. A iniciativa busca informar a população sobre os sinais e sintomas da enfermidade, estimular o diagnóstico precoce, combater o preconceito e reforçar que a hanseníase tem tratamento gratuito e cura pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), destaca a relevância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e do enfrentamento ao estigma associado à condição. De acordo com a médica dermatologista do Huol, Emanuela Menezes, a hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae. “O Brasil tem uma alta prevalência de hanseníase, sendo o segundo país com mais casos no mundo, perdendo apenas para a Índia, com cerca de 30 mil novos registros”, comenta.  A importância do diagnóstico precoce O diagnóstico precoce é fundamental para interromper a transmissão da hanseníase e evitar incapacidades físicas. Entre os principais sinais de alerta estão manchas claras ou avermelhadas na pele, com alteração ou perda de sensibilidade, dormência em mãos e pés, queda de pelos e surgimento de caroços pelo corpo. “A hanseníase pode causar diversas incapacidades. O diagnóstico precoce é essencial para evitar que o acometimento dos nervos evolua para sequelas permanentes, como deformidades nas mãos, perda de força nas mãos e/ou pés, dificuldades para caminhar ou cegueira. Quanto antes diagnosticarmos e tratarmos, menor o risco de o paciente desenvolver incapacidades físicas”, afirma a médica. Em estágios mais avançados da doença, podem ocorrer comprometimento dos nervos periféricos, perda de força muscular e deformidades, o que reforça a importância de procurar atendimento médico diante de qualquer suspeita. Para ampliar a conscientização sobre a hanseníase, durante este mês da campanha Janeiro Roxo será realizada uma ação de educação em saúde no Huol/Ebserh, com palestras nas salas de espera destinadas a pacientes e acompanhantes, abordando a identificação de sinais precoces. Tratamento pelo SUS O tratamento da hanseníase é padronizado mundialmente, financiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e oferecido gratuitamente pelo SUS. Quando iniciado de forma correta, é altamente eficaz e interrompe rapidamente a transmissão da doença. “A mancha pode ser pequena, mas a negligência pode gerar uma sequela grande. Se você notar uma área da pele com dormência ou perda de pelos, procure o serviço de saúde. A hanseníase tem cura, e o tratamento é gratuito pelo SUS”, alerta Menezes. O Huol/Ebserh atua como centro de referência para casos de difícil diagnóstico. Pacientes com reações hansênicas graves – complicações durante ou após o tratamento – e aqueles que necessitam de reabilitação cirúrgica ou acompanhamento especializado de nervos também são atendidos no hospital.  Educação em saúde e combate ao estigma Apesar dos avanços no diagnóstico e no tratamento, a hanseníase ainda é cercada por desinformação e preconceito. O medo do diagnóstico e o estigma social continuam sendo barreiras importantes para a busca por atendimento e para a adesão ao tratamento. Segundo Emanuela, “é preciso que a sociedade entenda que, ao iniciar o tratamento (logo na primeira dose), o paciente deixa de transmitir a doença. Não há motivo para afastamento do trabalho, da escola ou do convívio familiar. O isolamento é uma prática do passado, enquanto o acolhimento é a prática atual”, pontua. A dermatologista também alerta que a hanseníase é uma doença comum entre familiares ou pessoas que residem no mesmo ambiente. “Se uma pessoa recebe o diagnóstico, todos que moram ou moraram com ela nos últimos cinco anos devem ser examinados”, ressalta.  Sobre a Ebserh O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenadora de Comunicação Social da Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

MEJC é a quinta instituição pública federal mais elogiada do Brasil em 2025

Foram registrados 756 elogios à maternidade no período Natal (RN) – A Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), foi classificada como a quinta instituição pública federal mais elogiada do Brasil em 2025, de acordo com o “Painel Resolveu?” da Controladoria-Geral da União (CGU). Ao longo do ano, foram registrados 756 elogios à maternidade. O painel da CGU consolida todas as manifestações feitas pelas ouvidorias do Poder Executivo Federal, como sugestões, solicitações, denúncias, reclamações e elogios. Desde 2019, a MEJC integra o ranking das dez ouvidorias públicas com maior volume de elogios no país. Para o superintendente da MEJC, Murilo Britto, a conquista é o reflexo do trabalho dedicado de toda a equipe. “Temos investido continuamente no aperfeiçoamento dos nossos processos, com foco na humanização do atendimento e na escuta ativa. O resultado nacional comprova que estamos no caminho certo, aliando conhecimento técnico, inovação e, acima de tudo, respeito e empatia”, destacou. A ouvidora da MEJC, Caroline Lemos, afirmou que o reconhecimento da CGU reafirma o compromisso da MEJC com a escuta qualificada, o acolhimento humanizado e a excelência na assistência aos usuários do SUS. “O crescimento anual das manifestações demonstra o impacto das ações da Ouvidoria no estímulo à participação social e à gestão democrática, além de consolidá-la como canal permanente de escuta ativa, não restrito a reclamações”, enfatizou. Sobre a Ebserh A MEJC-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Hospitais universitários do RN marcam Janeiro Branco com ações voltadas à promoção da saúde mental

Campanha mobiliza profissionais e usuários do SUS para o cuidado com o corpo e a mente Natal e Santa Cruz (RN) – O ano começa com a campanha Janeiro Branco, destinada a conscientizar sobre a necessidade de colocar a saúde mental como prioridade e considerar o cuidado com a mente como um compromisso coletivo. O assunto é destaque neste mês no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN) e na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), que promovem programas de meditação, rodas de conversa e momentos de espiritualidade. As unidades são vinculadas à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). O tema deste ano é “Paz, equilíbrio e saúde mental”, que traz os pilares do bem-estar, destacando a necessidade de buscar harmonia e equilíbrio entre as áreas emocional, física e social. “A importância dessa temática está em reafirmar a saúde mental como capacidade criativa da vida, reconhecendo que cada sujeito constrói seu próprio modo de viver, de se equilibrar e de cuidar de si”, disse a psicóloga Organizacional e do Trabalho do Huab-UFRN, Jessica Luana. Profissionais que atuam na área de saúde mental afirmam que o tema deve ser debatido durante todo o ano, mas a campanha do Janeiro Branco traz a oportunidade de destacar essa conversa e reforçar a necessidade de promoção da saúde mental e do cuidado coletivo. “A campanha contribui para a ampliação do debate público sobre o cuidado com a subjetividade. Ao propor o início do ano como um marco simbólico para reflexões sobre a vida emocional, a campanha favorece a compreensão da saúde mental como um processo contínuo, pela capacidade de o sujeito criar novas normas frente às adversidades da vida”, acrescentou a psicóloga do Huab. Os três hospitais universitários do RN promovem ações dedicadas à saúde mental ao longo do ano. O Projeto Acolhe é um exemplo dessa iniciativa, oferecendo escuta e acolhimento psicológico aos colaboradores. Para reforçar o debate da campanha, nesta última segunda-feira, dia 19, a MEJC promoveu um momento de espiritualidade para os colaboradores e, no dia 21, será a vez do Huab promover uma roda de conversa abordando o tema “Uma pausa que acolhe: diálogos em saúde mental”. Outras ações também são oferecidas pensando na saúde mental, como o Programa de Meditação no Huol, com uma nova turma iniciando no dia 26 de janeiro. Saúde mental Considera-se saúde mental a condição de bem-estar e equilíbrio emocional, na qual a pessoa reconhece suas habilidades, lida de forma saudável com o estresse, mantendo preservadas suas funções cognitivas e sua capacidade de tomar decisões. De acordo com a psicóloga Organizacional e do Trabalho do Huol, Jessica Cristiane, a saúde mental engloba diversos aspectos da vida e não se limita à dimensão individual, sendo também profundamente social e relacional. “No que diz respeito às práticas individuais, ações de autocuidado são essenciais para a promoção e manutenção da saúde mental, contribuindo para maior equilíbrio emocional e qualidade de vida. Manter hábitos regulares de sono, uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física impactam diretamente o bem-estar psicológico. Além disso, é fundamental reservar momentos para si, respeitando limites e necessidades pessoais”, ressalta Jessica Cristiane. É importante identificar e refletir sobre como está a saúde mental. A psicóloga e chefe da Unidade de Desenvolvimento de Pessoal da MEJC, Monique Pimentel, fala sobre práticas que podem ser adotadas. “Como é que a gente pode estar, que estratégias nós podemos estar usando. Então, fazendo mais do que a gente gosta, tendo estratégias de cuidado também, do autocuidado, buscando realmente a rede de apoio quando for necessário”, pontua.  Sobre a Ebserh  Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenação de Comunicação Social João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920