Foi reinaugurada hoje a Maré Móveis de São José de Mipibu RN
Aniversariantes do dia de hoje, 04/09/2025
Acabou o teatro. A prefeita decidiu jogar às claras e começou a arrancar, um por um, os aliados do vice-prefeito Nielmo de dentro da gestão. A ordem é simples: isolar, enfraquecer e sufocar politicamente o vice
Prefeita inicia caça ás bruxas: Exonerações de aliados de Nielmo confiram rompimento Acabou o teatro. A prefeita decidiu jogar às claras e começou a arrancar, um por um, os aliados do vice-prefeito Nielmo de dentro da gestão. A ordem é simples: isolar, enfraquecer e sufocar politicamente o vice. As primeiras cabeças já rolaram. Cristiane Fernandes da Silva, integrante da própria família de Nielmo, foi cortada sem cerimônia. Logo depois, a tesoura caiu sobre Fábio de Oliveira Gomes, braço direito do secretário de esportes — outro que só estava no cargo por indicação direta do vice. O recado foi dado: quem tem ligação com Nielmo está na mira. Não se trata mais de gestão ou eficiência, mas de pura perseguição política. A máquina pública virou instrumento de retaliação. Enquanto a prefeita se firma no poder cercada de seus fiéis escudeiros, o vice é tratado como inimigo dentro da própria casa que ajudou a construir. O rompimento, antes sussurrado nos bastidores, agora explode diante dos olhos da população. O povo, que esperava união e trabalho, assiste a mais um capítulo de um governo que prefere gastar energia em briga interna do que em resolver os problemas da cidade. Fonte: noticiasantacruzrn via instagram
MPF obtém condenação de responsáveis por poluir área de manguezal em Natal (RN)
A decisão judicial determina a recuperação do ecossistema e o pagamento de indenização pelos danos ambientais O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação do proprietário e locatários de um imóvel em Natal (RN) por danos ambientais causados em área de manguezal. Empresas de depósito de entulhos, desmonte de veículos e fabricação de pré-moldados sem licença ambiental aterraram parte do manguezal e contaminaram o solo, com o aval do proprietário. A decisão da Justiça Federal no Rio Grande do Norte determina a recuperação da área e o pagamento de indenização. O MPF demonstrou que, ao longo de mais de 10 anos, o terreno recebeu várias atividades econômicas potencialmente causadoras de danos ambientais sem o devido licenciamento. O depósito de entulhos seguiu funcionando mesmo após embargo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Como resultado, o Ibama e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) identificaram a formação de aterro que avançou sobre área de mangue, destruindo vegetação e soterrando gamboas – trechos que inundam durante a maré alta. Além disso, o depósito continuado de resíduos sólidos próximo ao manguezal, incluindo materiais de oficina mecânica e óleo, representava grande risco de contaminação do solo. Em 2017, o proprietário se comprometeu a adotar uma série de medidas para evitar a contaminação do manguezal. Elas foram apenas parcialmente cumpridas e, segundo a decisão, “não foram suficientes para demonstrar recuperação integral da área e que não remanesce passivo ambiental”. O proprietário e os locatários e exercentes das atividades econômicas foram condenados a reparar os danos causados ao meio ambiente, além de executar as medidas compensatórias a serem estabelecidas pelo órgão ambiental competente. Eles irão pagar uma indenização pelos danos ambientais, com valor a ser definido após perícia técnica. Os réus também não devem realizar atividades potencialmente poluidoras sem o devido licenciamento. Manguezais – O MPF ressaltou a importância estratégica dos manguezais no enfrentamento da emergência climática, já que esse ecossistema é capaz de sequestrar e armazenar até cinco vezes mais gás carbônico da atmosfera do que as florestas tropicais úmidas. Além de desempenharem esse papel crucial, os manguezais funcionam como berçário natural para diversas espécies de peixes, crustáceos e mariscos, atuam como filtros biológicos que retêm poluentes e ainda contribuem para a produção de oxigênio e a formação de microclimas. Sua degradação provoca não apenas danos locais, mas também altera a dinâmica costeira regional, com impactos ambientais, econômicos e sociais de difícil previsão. O Código Florestal reconhece esses ecossistemas como áreas de preservação permanente, indispensáveis para a qualidade da água, a fixação de sedimentos, o fornecimento de produção primária ao entorno e a manutenção da biodiversidade. Ação Civil Pública no 0811354-71.2016.4.05.8400.