Fim de uma era: orelhões começam a ser retirados do RN após fim das concessões

Os telefones públicos começam a ser retirados das ruas do Rio Grande do Norte após o encerramento das concessões da telefonia fixa, conforme determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os contratos foram encerrados em dezembro de 2025, e o serviço passou a operar sob regime de autorizações privadas, sem obrigação de manutenção dos orelhões. Levantamento da Anatel aponta que ainda existem dezenas de telefones públicos instalados em municípios potiguares, principalmente no interior e no litoral. Cidades como Mossoró, Touros, Baraúna, Caraúbas, Apodi, Ceará-Mirim e São Miguel do Gostoso ainda mantêm aparelhos em funcionamento. Com a mudança no modelo regulatório, as operadoras só devem manter orelhões em localidades sem cobertura de telefonia móvel, de forma temporária, até 2028. Em todo o país, ainda existem cerca de 38 mil orelhões, sendo pouco mais de 33 mil ativos. Em 2020, eram mais de 200 mil. A redução reflete o avanço da telefonia móvel e da internet, além do redirecionamento de investimentos para banda larga e ampliação da infraestrutura digital, inclusive no interior do RN. No estado, os municípios com maior número de orelhões são Baraúna, Caraúbas e Governador Dix-Sept Rosado, com seis aparelhos cada. Touros tem cinco, enquanto Mossoró, Ipanguaçu, Jucurutu e Pureza ainda mantêm quatro telefones públicos, segundo dados da Anatel divulgados pelo g1.

Concurso nacional da Ebserh oferece oportunidades para médicos no Rio Grande do Norte

Com salário de até R$ 19 mil, seleção contempla hospitais universitários de Natal e Santa Cruz Natal (RN) – Com previsão de mais de 150 vagas distribuídas em 96 especialidades, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) lançou edital de concurso público para a área médica. O certame vai selecionar profissionais para atuação nos hospitais universitários federais administrados pela estatal em todo o país. No Rio Grande do Norte, o concurso contempla 72 especialidades médicas, distribuídas entre três unidades: 32 no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN) e 11 na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), ambos localizados em Natal, além de 29 no Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB-UFRN), situado em Santa Cruz. Todas as oportunidades destinam-se à formação de cadastro reserva.  Inscrições, provas e salários As inscrições para o concurso público da Ebserh seguem abertas até às 23h59 do dia 30 de janeiro e devem ser feitas exclusivamente pelo site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. A taxa de inscrição é de R$ 180, com pagamento permitido até 2 de fevereiro. As provas objetivas estão marcadas para o dia 29 de março e serão aplicadas simultaneamente em 42 municípios brasileiros, incluindo todas as capitais do país. A avaliação terá 60 questões de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório, além de prova de títulos. Os salários iniciais variam conforme a carga horária: R$ 11.464,35 para jornada de 24 horas semanais e R$ 19.107,31 para 40 horas semanais. Os aprovados serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Política de cotas ampliada O edital prevê reserva de vagas para pessoas pretas e pardas (25%), pessoas com deficiência (10%), indígenas (3%) e quilombolas (2%) – esta última, uma novidade no certame. Em relação ao concurso anterior, houve incremento de 5% na cota destinada a pessoas pretas e pardas. Além disso, a nova ordem de convocação passa a priorizar candidatos com deficiência. As especialidades com vagas imediatas estão distribuídas em hospitais de diferentes regiões do país e incluem áreas como cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, pediatria, anestesiologia, cardiologia e oncologia, entre outras, conforme a necessidade de cada unidade. Convocações O concurso público vigente, homologado em junho de 2025, resultou na convocação de mais de 1.240 médicos e médicas – número seis vezes superior ao total de vagas imediatas previsto inicialmente -, com esgotamento do cadastro de reserva em diversas especialidades. Os aprovados nesse certame mantêm prioridade nas convocações. Além disso, os editais das áreas administrativa e assistencial terão a validade prorrogada por mais um ano. Sobre a Ebserh Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Campanha sobre hanseníase reforça o papel do Huol-UFRN/Ebserh no diagnóstico, tratamento e combate ao estigma

Conscientização, informação qualificada e cuidado multiprofissional são essenciais para reduzir impactos físicos e sociais da doença Natal (RN) – O Janeiro Roxo é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a hanseníase, doença infecciosa crônica que ainda representa um importante desafio para a saúde pública no Brasil. A iniciativa busca informar a população sobre os sinais e sintomas da enfermidade, estimular o diagnóstico precoce, combater o preconceito e reforçar que a hanseníase tem tratamento gratuito e cura pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), destaca a relevância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e do enfrentamento ao estigma associado à condição. De acordo com a médica dermatologista do Huol, Emanuela Menezes, a hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae. “O Brasil tem uma alta prevalência de hanseníase, sendo o segundo país com mais casos no mundo, perdendo apenas para a Índia, com cerca de 30 mil novos registros”, comenta.  A importância do diagnóstico precoce O diagnóstico precoce é fundamental para interromper a transmissão da hanseníase e evitar incapacidades físicas. Entre os principais sinais de alerta estão manchas claras ou avermelhadas na pele, com alteração ou perda de sensibilidade, dormência em mãos e pés, queda de pelos e surgimento de caroços pelo corpo. “A hanseníase pode causar diversas incapacidades. O diagnóstico precoce é essencial para evitar que o acometimento dos nervos evolua para sequelas permanentes, como deformidades nas mãos, perda de força nas mãos e/ou pés, dificuldades para caminhar ou cegueira. Quanto antes diagnosticarmos e tratarmos, menor o risco de o paciente desenvolver incapacidades físicas”, afirma a médica. Em estágios mais avançados da doença, podem ocorrer comprometimento dos nervos periféricos, perda de força muscular e deformidades, o que reforça a importância de procurar atendimento médico diante de qualquer suspeita. Para ampliar a conscientização sobre a hanseníase, durante este mês da campanha Janeiro Roxo será realizada uma ação de educação em saúde no Huol/Ebserh, com palestras nas salas de espera destinadas a pacientes e acompanhantes, abordando a identificação de sinais precoces. Tratamento pelo SUS O tratamento da hanseníase é padronizado mundialmente, financiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e oferecido gratuitamente pelo SUS. Quando iniciado de forma correta, é altamente eficaz e interrompe rapidamente a transmissão da doença. “A mancha pode ser pequena, mas a negligência pode gerar uma sequela grande. Se você notar uma área da pele com dormência ou perda de pelos, procure o serviço de saúde. A hanseníase tem cura, e o tratamento é gratuito pelo SUS”, alerta Menezes. O Huol/Ebserh atua como centro de referência para casos de difícil diagnóstico. Pacientes com reações hansênicas graves – complicações durante ou após o tratamento – e aqueles que necessitam de reabilitação cirúrgica ou acompanhamento especializado de nervos também são atendidos no hospital.  Educação em saúde e combate ao estigma Apesar dos avanços no diagnóstico e no tratamento, a hanseníase ainda é cercada por desinformação e preconceito. O medo do diagnóstico e o estigma social continuam sendo barreiras importantes para a busca por atendimento e para a adesão ao tratamento. Segundo Emanuela, “é preciso que a sociedade entenda que, ao iniciar o tratamento (logo na primeira dose), o paciente deixa de transmitir a doença. Não há motivo para afastamento do trabalho, da escola ou do convívio familiar. O isolamento é uma prática do passado, enquanto o acolhimento é a prática atual”, pontua. A dermatologista também alerta que a hanseníase é uma doença comum entre familiares ou pessoas que residem no mesmo ambiente. “Se uma pessoa recebe o diagnóstico, todos que moram ou moraram com ela nos últimos cinco anos devem ser examinados”, ressalta.  Sobre a Ebserh O Huol-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenadora de Comunicação Social da Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Mastercard suspende uso de cartões do Will Bank

A Mastercard anunciou na terça-feira (20) que suspendeu o uso dos cartões do Will Bank, fintech do Banco Master, em sua rede. “Nós, assim como os reguladores, acompanhamos de perto as operações do Will Bank há algum tempo para entender como as regras da nossa rede estavam sendo cumpridas, a fim de apoiar os participantes do ecossistema que dependem de seus serviços”, afirmou a Mastercard em nota. “Diante de mudanças no atendimento a essas obrigações, e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios, suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, completou. Nesta quarta-feira (21), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento. Conforme comunicado do BC, decisão foi tomada em extensão ao comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse do Banco Master. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, é um dos controladores da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento. O Banco Central também nomeou nesta quarta o liquidante do Banco Master, Eduardo Bianchini, como liquidante da Will Financeira. A autarquia ainda decretou a indisponibilidade de bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. Além de Vorcaro, também eram controladores da instituição a Will Holding Financeira S.A,; Master Holding Financeira S.A.; 133 Investimentos E Participações Ltda.; Armando Miguel Gallo Neto; Felipe Wallace Simonsen. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, após a Polícia Federal prender o dono Daniel Vorcaro por um esquema de fraude bancária. Foram liquidados de forma extrajudicial o Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento S/A, do Banco Letsbank S/A, e da Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários. A ação “foi motivada pela grave crise de liquidez do Conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do SFN [Sistema Financeiro Nacional]”, informou o BC em nota na época. O Banco Master Múltiplo S/A, que detém o Will Bank, foi colocado sob o Raet (Regime Especial de Administração Temporária) “tendo em vista a possibilidade concreta de solução que preserva o funcionamento” do banco digital, segundo o BC. O Raet é uma solução para reorganizar a instituição ao BC, ao permitir que ocorra uma solução de mercado, como transformação, incorporação, fusão, cisão ou transferência do controle acionário. Vorcaro, ex-dirigente do Master e do BRB são investigados por emissão de títulos de crédito falsos. CNN

MEJC é a quinta instituição pública federal mais elogiada do Brasil em 2025

Foram registrados 756 elogios à maternidade no período Natal (RN) – A Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), foi classificada como a quinta instituição pública federal mais elogiada do Brasil em 2025, de acordo com o “Painel Resolveu?” da Controladoria-Geral da União (CGU). Ao longo do ano, foram registrados 756 elogios à maternidade. O painel da CGU consolida todas as manifestações feitas pelas ouvidorias do Poder Executivo Federal, como sugestões, solicitações, denúncias, reclamações e elogios. Desde 2019, a MEJC integra o ranking das dez ouvidorias públicas com maior volume de elogios no país. Para o superintendente da MEJC, Murilo Britto, a conquista é o reflexo do trabalho dedicado de toda a equipe. “Temos investido continuamente no aperfeiçoamento dos nossos processos, com foco na humanização do atendimento e na escuta ativa. O resultado nacional comprova que estamos no caminho certo, aliando conhecimento técnico, inovação e, acima de tudo, respeito e empatia”, destacou. A ouvidora da MEJC, Caroline Lemos, afirmou que o reconhecimento da CGU reafirma o compromisso da MEJC com a escuta qualificada, o acolhimento humanizado e a excelência na assistência aos usuários do SUS. “O crescimento anual das manifestações demonstra o impacto das ações da Ouvidoria no estímulo à participação social e à gestão democrática, além de consolidá-la como canal permanente de escuta ativa, não restrito a reclamações”, enfatizou. Sobre a Ebserh A MEJC-UFRN faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Paulina Oliveira Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

Hospitais universitários do RN marcam Janeiro Branco com ações voltadas à promoção da saúde mental

Campanha mobiliza profissionais e usuários do SUS para o cuidado com o corpo e a mente Natal e Santa Cruz (RN) – O ano começa com a campanha Janeiro Branco, destinada a conscientizar sobre a necessidade de colocar a saúde mental como prioridade e considerar o cuidado com a mente como um compromisso coletivo. O assunto é destaque neste mês no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN) e na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), que promovem programas de meditação, rodas de conversa e momentos de espiritualidade. As unidades são vinculadas à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). O tema deste ano é “Paz, equilíbrio e saúde mental”, que traz os pilares do bem-estar, destacando a necessidade de buscar harmonia e equilíbrio entre as áreas emocional, física e social. “A importância dessa temática está em reafirmar a saúde mental como capacidade criativa da vida, reconhecendo que cada sujeito constrói seu próprio modo de viver, de se equilibrar e de cuidar de si”, disse a psicóloga Organizacional e do Trabalho do Huab-UFRN, Jessica Luana. Profissionais que atuam na área de saúde mental afirmam que o tema deve ser debatido durante todo o ano, mas a campanha do Janeiro Branco traz a oportunidade de destacar essa conversa e reforçar a necessidade de promoção da saúde mental e do cuidado coletivo. “A campanha contribui para a ampliação do debate público sobre o cuidado com a subjetividade. Ao propor o início do ano como um marco simbólico para reflexões sobre a vida emocional, a campanha favorece a compreensão da saúde mental como um processo contínuo, pela capacidade de o sujeito criar novas normas frente às adversidades da vida”, acrescentou a psicóloga do Huab. Os três hospitais universitários do RN promovem ações dedicadas à saúde mental ao longo do ano. O Projeto Acolhe é um exemplo dessa iniciativa, oferecendo escuta e acolhimento psicológico aos colaboradores. Para reforçar o debate da campanha, nesta última segunda-feira, dia 19, a MEJC promoveu um momento de espiritualidade para os colaboradores e, no dia 21, será a vez do Huab promover uma roda de conversa abordando o tema “Uma pausa que acolhe: diálogos em saúde mental”. Outras ações também são oferecidas pensando na saúde mental, como o Programa de Meditação no Huol, com uma nova turma iniciando no dia 26 de janeiro. Saúde mental Considera-se saúde mental a condição de bem-estar e equilíbrio emocional, na qual a pessoa reconhece suas habilidades, lida de forma saudável com o estresse, mantendo preservadas suas funções cognitivas e sua capacidade de tomar decisões. De acordo com a psicóloga Organizacional e do Trabalho do Huol, Jessica Cristiane, a saúde mental engloba diversos aspectos da vida e não se limita à dimensão individual, sendo também profundamente social e relacional. “No que diz respeito às práticas individuais, ações de autocuidado são essenciais para a promoção e manutenção da saúde mental, contribuindo para maior equilíbrio emocional e qualidade de vida. Manter hábitos regulares de sono, uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física impactam diretamente o bem-estar psicológico. Além disso, é fundamental reservar momentos para si, respeitando limites e necessidades pessoais”, ressalta Jessica Cristiane. É importante identificar e refletir sobre como está a saúde mental. A psicóloga e chefe da Unidade de Desenvolvimento de Pessoal da MEJC, Monique Pimentel, fala sobre práticas que podem ser adotadas. “Como é que a gente pode estar, que estratégias nós podemos estar usando. Então, fazendo mais do que a gente gosta, tendo estratégias de cuidado também, do autocuidado, buscando realmente a rede de apoio quando for necessário”, pontua.  Sobre a Ebserh  Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. Por Aline Freitas, com edição de George Miranda Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste Coordenação de Comunicação Social João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 – Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social – CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920