A enchente levou muita coisa. Mas não levou a vontade de seguir em frente

A enchente levou muita coisa. Mas não levou a vontade de seguir em frente. Santa Cruz foi atingida e se levantou com trabalho, união e coragem do seu povo. Uma história que mostra que, mesmo nas dificuldades, quem é daqui não desiste. #enchente1981 #santacruzrn #enchente #memoria #história

Denúncia: Morador denuncia abandono em loteamento de Santa Cruz/RN

Um morador do loteamento Monsenhor Raimundo, em Santa Cruz/RN, denuncia a situação de abandono enfrentada pela comunidade há mais de 10 anos. Apesar de estar localizado em uma área privilegiada, próxima ao centro da cidade, o loteamento ainda não conta com infraestrutura básica, como calçamento e saneamento. Segundo o relato, a falta desses serviços prejudica diretamente o dia a dia dos moradores, causando transtornos, dificuldades de acesso e riscos à saúde. Mesmo diante desse cenário, a cobrança de IPTU segue sendo realizada normalmente pela prefeitura. Ao buscar soluções, os moradores encontram um impasse: de um lado, o poder público não apresenta medidas efetivas; do outro, a loteadora também não resolve a situação. O resultado é um constante “jogo de empurra”, deixando a população sem respostas e sem melhorias. Diante disso, os moradores pedem mais atenção das autoridades e cobram providências urgentes para garantir condições dignas de infraestrutura no local.

Fundase/RN recebe kits literários para estimular oficinas de leitura nas unidades socioeducativas

As dez unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (Fundase/RN) estão recebendo kits de livros infantojuvenis do Programa Direito e Cidadania (PDEC), iniciativa da entidade beneficente Paulus Social. A doação, viabilizada por meio da organização da sociedade civil Fé e Alegria, de Natal, tem como objetivo estimular oficinas de leitura, utilizando as obras como ferramentas de reflexão. Os kits são compostos por títulos cuidadosamente selecionados, que dialogam com temas como convivência, empatia, cultura popular, identidade e transformação social. Entre as obras estão Zé do Morro, que aborda a curiosidade infantil e os limites impostos pela realidade; A Caça ao Saci, que resgata o folclore brasileiro em uma narrativa envolvente; A Menina e o Mundo, que trata de relações familiares e pertencimento; Somos Catorze – Quinze ou Dezesseis, que explora a diversidade de trajetórias juvenis; e O Segredo do Barquinho, inspirado em narrativas tradicionais e comunidade ribeirinha. A proposta é que o material sirva como base para encontros de leitura mediada, incentivando o diálogo, a escuta e o pensamento crítico dos socioeducandos. A iniciativa também contribui para o trabalho pedagógico das equipes técnicas, ao oferecer subsídios para abordagens interdisciplinares. A chegada do material às unidades da Fundase/RN é mais uma ação de articulação interinstitucional em busca de complemento para a formação cidadã dos adolescentes. O Programa Direito e Cidadania também é voltado à qualificação de trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), especialmente aqueles que atuam nos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Presente em todas as regiões do país, o programa constrói percursos formativos a partir de diagnósticos realizados em parceria com Conselhos Municipais de Assistência Social, secretarias municipais e organizações da sociedade civil. Os kits literários compõem uma das estratégias centrais do programa, ao promover o acesso a conteúdos que dialogam com o cotidiano dos territórios e com as práticas desenvolvidas na rede de proteção social. Assessoria de Comunicação – Fundase/RN (84) 98729-2556 / 99916-1236 www.fundase.rn.gov.br No Instagram: @RNfundase

ALERTA NO HOSPITAL MUNICIPAL ALUÍZIO BEZERRA: Vereador Erivan Justino pede segurança urgente após episódio de violência

A rotina de quem cuida da saúde em Santa Cruz/RN ganhou contornos de tensão e medo nos últimos dias. O vereador Erivan Justino (PL) subiu à tribuna da Câmara Municipal para protocolar um requerimento que ecoa o grito de socorro de funcionários, pacientes e acompanhantes do Hospital Municipal Aluízio Bezerra. Durante sua fala, o parlamentar leu um depoimento contundente recebido de um profissional da unidade. Segundo o relato, o hospital tem recebido pacientes psiquiátricos com alto nível de agressividade, sem possuir a estrutura de contenção ou segurança necessária. “O paciente rompeu a contenção, agrediu a própria mãe e partiu para cima da equipe. Por sorte, ele acabou quebrando uma janela e fugindo, mas o pânico continua” – diz trecho do documento lido pelo vereador. O vereador destacou que o hospital atualmente não dispõe de vigilância, deixando médicos, enfermeiros e o público vulneráveis a situações extremas. “É um relato muito grave. A equipe toda continua com medo”, afirmou o vereador ao justificar o pedido de providências junto à Direção e Secretaria de Saúde. “O hospital requer o reforço imediato da segurança interna da unidade mediante a disponibilização de pessoal qualificado, sugerindo como opções viáveis o apoio de policiais ou a contratação de vigilância particular, de modo a garantir monitoramento constante tanto durante o expediente normal quanto nos plantões noturnos” – destacou o vereador. A falta de segurança em unidades de saúde é um problema que afeta diretamente a qualidade do atendimento. Quando o profissional trabalha com medo, toda a rede de saúde sente. A iniciativa do vereador agora aguarda uma resposta rápida do Poder Executivo para evitar que o “quase” se transforme em uma tragédia. O requerimento segue para análise e a expectativa é de que a prefeita se posicione nos próximos dias sobre a viabilidade da contratação dos seguranças.