PROFESSOR DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE SANTA CRUZ É ACUSADO DE ASSEDIAR ALUNA
Os cidadãos santacruzenses estão tomando conhecimento, através das redes sociais, na manhã de hoje, quarta-feira, dia 25/02/2026, de uma grave denúncia envolvendo um professor do município. Segundo informações, o professor da rede pública municipal teria assediado uma aluna… O assédio infantil é um crime grave, sem falar na nojeira que representa: um homem mais velho assediando crianças ou adolescentes em pleno exercício do seu papel de educador, principalmente sendo alguém que deveria promover o contrário. Agora imagine você, pai ou mãe, enviar sua filha ou seu filho para a escola, um local que você pensa ser seguro, um ambiente onde seus filhos estariam protegidos, principalmente contra ações como essa, e descobrir que seu filho(a) assediado(a) por um professor? Alguém que deveria preservar a integridade moral acaba praticando um crime de assédio sexual contra seu filho(a)? A gestora municipal permanece em silêncio, não trazendo nenhuma informação à população. O silêncio da gestão preocupa muitos os pais, que agora se sentem acuados e preocupados em mandar seus filhos para a escola um lugar que deveria ser de segurança, mas agora causa apreensão. Quem é esse professor? Este pode ser apenas o primeiro de muitos casos que ele já tenha cometido dentro ou fora de sala de aula, com alunas ou alunos. A prefeitura precisa se pronunciar à sociedade, principalmente aos pais e mães que agora sentem medo de mandar seus filhos para a escola. Qual segurança terão os pais para enviar seus filhos à escola? Segundo informações, o caso aconteceu no final de semana e só na data de hoje a sociedade tomou conhecimento. Texto: via WhatsApp
NOTA À SECRETARIA DE SAÚDE
Remetente: Eloilson Silva Venho por meio desta nota externar minha total indignação com o tratamento recebido ao buscar informações e questionar situações ocorrentes no âmbito dos serviços de saúde do município. Virar as costas a um cidadão ou ignorar seus questionamentos não caracteriza profissionais aptos a exercer funções em órgãos públicos, especialmente na área da saúde. Trabalhar em saúde demanda docilidade e, acima de tudo, humanidade no trato com as pessoas. Os problemas não são resolvidos com indiferença ou omissão. O povo não está obrigado a se sujeitar apenas à boa vontade de cada profissional ou às normas que não garantam o atendimento necessário. A Prefeitura Municipal deve dispor de planos de reserva, convênios com outras instituições e, fundamentalmente, contratar mais profissionais para suprir a demanda, evitando que a população passe por situações de constrangimento e humilhação pública. A servidora que me atendeu virou as costas ao ser questionada, e deixo aqui meu total repúdio à sua conduta, à falta de preparo para lidar com o público e com questionamentos sobre a gestão administrativa. Tal atitude demonstra que, ao que parece, a preocupação não recai sobre o povo, mas sim na manutenção dos cargos. Informo que necessito do atendimento médico em questão para realizar exames indispensáveis à obtenção de pareceres que permitirão dar prosseguimento ao meu pedido junto ao INSS. Continuarei cobrando e reivindicando meus direitos como cidadão. Atenciosamente, Eloilson Silva
Ex-prefeito Ivanildinho Ferreira quebra o silêncio e se pronuncia sobre notícias de déficit em sua gestão
O ex-prefeito de Santa Cruz/RN, Ivanildinho Ferreira, quebrou o silêncio nesta quarta-feira (07) e se pronunciou oficialmente sobre publicações que circularam nas redes sociais a respeito de um suposto déficit de recursos em sua gestão, com base em um relatório preliminar do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN), referente ao exercício financeiro de 2024, último ano de seu mandato. De acordo com Ivanildinho, algumas postagens apresentaram interpretações distorcidas do conteúdo do relatório, com o objetivo de gerar confusão junto à população e atingir a imagem pessoal do ex-gestor e a credibilidade de uma administração reconhecida, segundo ele, pela responsabilidade no uso dos recursos públicos. Uma das principais alegações divulgadas nas redes sociais aponta que a gestão teria gasto mais do que arrecadou, o que caracterizaria desequilíbrio financeiro. No entanto, o ex-prefeito afirma que essa informação não procede e que o próprio relatório do TCE esclarece a situação. Segundo Ivanildinho Ferreira, na página 12 do documento, o Tribunal explica que a diferença entre receita e despesa em 2024 ocorreu em razão do elevado saldo financeiro existente em 31 de dezembro de 2023, que foi incorporado ao orçamento do ano seguinte. Esse saldo, conforme informado, ultrapassava R$ 23 milhões, resultado de economia, planejamento e responsabilidade fiscal ao longo da gestão. “Ou seja, não houve geração de despesas sem cobertura financeira. Pelo contrário, os recursos foram economizados justamente para permitir investimentos estruturantes, de médio e longo prazo, voltados ao benefício permanente da população, e não a ações imediatistas ou de caráter eleitoreiro”, destacou o ex-prefeito em nota. Ivanildinho Ferreira também informou que deixou, em 31 de dezembro de 2024, um saldo disponível para a atual gestão no valor de R$ 20.728.000,00 (vinte milhões, setecentos e vinte e oito mil reais), montante que, segundo ele, era mais de onze vezes superior à dívida de curto prazo existente naquele momento. Para reforçar a transparência, o ex-gestor afirmou ainda que está disponível uma nota técnica explicativa detalhando todos os pontos abordados no relatório do TCE, acompanhados das respectivas justificativas, com o objetivo de comprovar a lisura, a responsabilidade e a probidade administrativa de sua gestão à frente do município. A manifestação do ex-prefeito ocorre em meio à repercussão das publicações nas redes sociais e busca, segundo ele, esclarecer os fatos e tranquilizar a população santa-cruzense quanto à real situação financeira deixada ao final de seu mandato.
Prefeitura de Santa Cruz gasta mais de R$ 300 mil em material de construção fora do município e sem detalhamento
Um vídeo que circula em São José de Campestre revela uma compra superior a R$ 300 mil em materiais de construção realizada pela Prefeitura de Santa Cruz (RN) no comércio Nunes Material de Construção. A aquisição chama atenção por ter ocorrido por meio de carona de licitação, levantando questionamentos sobre a escolha do fornecedor e a transparência do processo. Três pontos preocupam: 1. O comércio fica fora de Santa Cruz; 2. O valor elevado da compra; 3. A ausência de detalhamento das quantidades e dos preços dos itens adquiridos. Ficam perguntas inevitáveis: • Por que comprar em Campestre e não no comércio local? • Por que gastar R$ 300 mil? • Por que não informar claramente o que foi comprado e por quanto? Em uma gestão já cercada por desconfiança, a falta de transparência só agrava a percepção pública e alimenta ainda mais os questionamentos da população.
Perseguição como método de governo
Desde o início da gestão Aninha e Elcio, demissões e conflitos internos deixaram de ser exceção e viraram regra. O padrão é claro: quem diverge, cai. Não é caso isolado, é método. A lista de atingidos só cresce — do vice-prefeito Nielmo a ex-servidores como Véi Goleiro, Ivana, Jhony Lira, Ranny, Wellington, Álvaro e João Batista. Nem aliados escapam: Jozy Carvalho, Lucas Diego, Nixon e outros sentiram o peso da “mão de ferro”. O clima é tão pesado que servidores evitam até eventos políticos, com medo de retaliação no dia seguinte. Governa-se pelo medo. Diante disso, cai a máscara: o “amor” das redes sociais não combina com a prática, e o discurso de justiça não resiste aos fatos. Autoritarismo não é gestão. É perseguição.
Prefeita de Santa Cruz engana mais uma vez a população: prometeu baixar o IPTU na campanha, mas aumentou na gestão
A prefeita Aninha volta a provar que promessa de campanha, em Santa Cruz, tem prazo de validade curto. Durante a eleição, vendeu ao eleitorado a ideia de redução do IPTU, discurso bonito, sorriso ensaiado e coraçãozinho para as redes sociais. Na prática, a realidade veio em forma de decreto: aumento do imposto para 2026. Ou seja, o que era promessa virou frustração. O que era “alívio no bolso do povo” transformou-se em mais um peso na conta do contribuinte. Oficialmente, o reajuste foi decretado pela própria prefeita, desmontando por completo o discurso usado para conquistar votos. O IPTU entra agora para a lista de compromissos descumpridos da gestão Aninha. Enquanto o “grosso entra” no bolso do cidadão, a prefeita segue posando de boazinha nas mídias, vendendo uma cidade que só existe no marketing.
A crise hídrica se agrava a cada dia em Santa Cruz
A situação hídrica em nosso município se agrava a cada dia. Bairros inteiros passaram o Natal e passarão o Ano Novo sem um pingo de água nas torneiras. Muitas famílias são obrigadas a retirar, do pouco dinheiro que têm, recursos para comprar água, além de continuarem pagando uma taxa absurda ao SAAE e pela própria água que simplesmente não chega. A população, já sobrecarregada, ainda precisa remanejar recursos financeiros que poderiam ser utilizados em outras necessidades domésticas para garantir o mínimo: água para sobreviver. Um líquido essencial à vida, tratado aqui como luxo. O que antes foi vendido como uma promessa bela e cheia de esperança para o povo, hoje se mostra como um dos piores cenários da história municipal. Discursos lindos e contagiantes, cheios de suposta preocupação, deram lugar a um silêncio ensurdecedor por parte de quem prometeu tudo — até caminhão-pipa — e hoje não entrega sequer respostas. O sensacionalismo construído em cima da dor e da dúvida da população se dissolve no silêncio. Aqueles que antes choravam diante das câmeras, afirmando que resolveriam o problema, hoje se escondem. Enquanto isso, é o povo que chora, lamenta e sofre ainda mais, convivendo não apenas com a falta de água, mas com a omissão do poder público. E não podemos dizer que esse silêncio é “sobre as águas”, pois elas simplesmente não existem para o povo. Senhora prefeita, a senhora, seus familiares e seus secretários tiveram e terão água para tomar banho no Ano Novo. Entretanto, até mesmo seus próprios funcionários — que a defendem incansavelmente nas redes sociais — estão sem água. Até o chamado “Robin Hood de Santa Cruz” sofre com a mesma realidade. Pense em seus funcionários que brigam por sua gestão nas redes sociais. Pense no Robin Hood santacruzense que, sempre que surge qualquer denúncia contra sua administração, aparece prontamente para desmentir o povo, afirmando que, magicamente, tudo está resolvido diante da câmera de um celular. E aos secretários Lucas Diego e Marcos Silva, onde vocês estão neste momento? Não eram vocês os defensores do povo de Santa Cruz-RN? Por que o silêncio agora? Hipócritas
Déficit de R$ 13 milhões indica descontrole financeiro na gestão Aninha em Santa Cruz
Dados do Portal da Transparência revelam que a Prefeitura de Santa Cruz acumula cerca de R$ 13 milhões de diferença entre valores liquidados e pagos, evidenciando um forte indicativo de rombo financeiro na gestão da prefeita Aninha. Enquanto a administração anterior deixou dinheiro em caixa e emendas garantidas, a atual gestão não entregou obras, não cumpriu a promessa da água, enfrenta críticas na limpeza urbana e mantém contratos milionários sob suspeita. Se de fato a prefeitura tem um déficit, Para onde teria esse dinheiro em 1 ano de gestão? A prefeita vem confirmando, na prática, que não domina a gestão pública, como os comentários na cidade já apontavam. Segundo fontes locais, a falta de habilidade administrativa sempre foi conhecida — inclusive fora do ambiente político. O que não se pode negar é que em marketing ela sabe investir e gerenciar. Mas propaganda não substitui trabalho e não engana por muito tempo. O povo tá de “orelha em pé”
Prefeita tenta emplacar nova estratégia de marketing, mas população reage com desconfiança
Em meio a inúmeros problemas enfrentados pela cidade e com uma gestão que, após um ano, entregou poucos resultados concretos, a prefeita aposta em uma nova estratégia de marketing para tentar melhorar sua imagem. Nas últimas semanas, a chefe do Executivo tem intensificado aparições públicas cuidadosamente encenadas: visitas a locais simples, refeições em estabelecimentos populares e passeios de moto, tudo amplamente divulgado nas redes sociais. As ações, no entanto, não convenceram a população, que demonstra estar cada vez mais antenada e crítica. Para muitos moradores, as cenas soam artificiais e desconectadas da realidade administrativa do município, que segue acumulando demandas não resolvidas. A percepção é de que, em vez de soluções efetivas para os problemas da cidade, a gestão investe em ações de impacto visual, voltadas mais para a propaganda do que para resultados práticos. Nas ruas e nas redes sociais, cresce o sentimento de rejeição a esse tipo de encenação, reforçando a ideia de que marketing não substitui trabalho, nem apaga a falta de entregas da administração municipal.