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02/01/2026/
Durante quase uma década, painéis solares e carros elétricos foram tratados como símbolos da transição energética brasileira. Isenções fiscais, redução de impostos e incentivos à importação ajudaram a derrubar preços, acelerar a adoção dessas tecnologias e atrair investimentos. Esse cenário começou a mudar de forma definitiva quando o governo federal decidiu retomar e escalar o imposto de importação, encerrando a alíquota zero e estabelecendo um cronograma que pode levar a cobrança a 35% em julho de 2026.
A decisão foi formalizada no âmbito da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) e afeta diretamente dois setores estratégicos: mobilidade elétrica e energia solar, hoje pilares do discurso ambiental e industrial do país.
Como funciona o aumento do imposto sobre carros elétricos em 2026
No caso dos veículos elétricos, o imposto de importação que estava zerado voltou a ser cobrado de forma escalonada. O cronograma aprovado prevê aumentos graduais, começando em 2024 e atingindo o teto de 35% em julho de 2026 para carros 100% elétricos. Modelos híbridos e híbridos plug-in seguem lógica semelhante, com percentuais progressivos ao longo dos próximos anos.
A justificativa oficial é estimular a industrialização local, forçando montadoras a produzirem no Brasil em vez de apenas importar veículos prontos. Na prática, porém, o efeito imediato recai sobre o consumidor, já que boa parte dos carros elétricos vendidos hoje ainda depende fortemente de importação.
Especialistas do setor automotivo alertam que o aumento do imposto tende a ser repassado quase integralmente ao preço final, reduzindo o ritmo de crescimento do mercado elétrico justamente no momento em que ele começava a ganhar escala.
O que muda para painéis solares com o fim da alíquota zero
A energia solar segue caminho semelhante. Painéis fotovoltaicos importados também deixaram de ter isenção total e passaram a conviver com regras de tributação progressiva, ainda que com cotas temporárias de isenção para determinados volumes até 2026.
O Brasil construiu um dos maiores mercados de geração solar distribuída do mundo com base em equipamentos importados, especialmente da Ásia. A retomada do imposto muda essa equação e ameaça elevar o custo de projetos residenciais, comerciais e industriais.
Entidades do setor estimam que o impacto pode desacelerar novos investimentos, afetando diretamente a expansão da capacidade instalada e a geração de empregos ligados à cadeia solar, que cresceu de forma explosiva na última década.
Por que o governo decidiu taxar agora painéis solares e carros elétricos
A decisão está inserida em uma estratégia mais ampla de política industrial. O governo argumenta que incentivos prolongados à importação acabaram criando dependência externa e enfraquecendo a produção nacional. Ao elevar o imposto, a ideia é criar espaço para fábricas locais, transferência de tecnologia e maior agregação de valor no país.
Reação do mercado e do setor produtivo
Associações do setor automotivo e de energia solar reagiram com cautela e críticas. De um lado, há reconhecimento da importância de desenvolver indústria nacional. De outro, o temor de que a transição seja feita de forma abrupta, sem que a produção local consiga atender à demanda em curto prazo.
Fabricantes alertam que a simples elevação do imposto não garante automaticamente fábricas, empregos ou inovação. Sem políticas complementares — como crédito, infraestrutura e previsibilidade regulatória — o risco é apenas encarecer produtos e travar o mercado.
O imposto que era zero e agora pode chegar a 35% redefine o jogo para consumidores, empresas e investidores. Mais do que uma mudança tributária, trata-se de uma escolha estratégica que terá efeitos duradouros sobre o futuro da mobilidade e da energia no Brasil.
Com informações de Click Petróleo e Gás
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

31/12/2025/
“Pai… o que o senhor acha de tudo que a gente construiu até aqui?”
Eu vi o começo simples, o chão de loja, o primeiro caminhão e a fé que fez esse sonho crescer. Te vi assumir com coragem, sem esquecer de onde veio, e transformar a Maré em algo ainda maior: um propósito.
Feliz Ano Novo, meu filho.
Em 2026, e sempre, eu continuo sendo Maré Móveis.
#MaréMóveis #Maré54Anos #FelizAnoNovo #Gratidão #Legado FazParteDaVida

31/12/2025/
Em novembro, o apresentador Marcos Mion percorreu várias cidades do Rio Grande do Norte, incluindo Macaíba, Baía Formosa, Olho-D’Água do Borges, Genipabu e Santa Cruz, onde gravou um especial para a TV Globo.
Neste sábado (3), a primeira edição do especial do Caldeirão com Mion será exibida, com Santa Cruz como destaque, iniciando uma série de programas semanais ao longo do verão.
Santa Cruz está localizada a cerca de 114 a 120 km de Natal, no interior do estado, com fácil acesso pela BR-226. A cidade é famosa pelo Complexo Turístico Alto de Santa Rita, que abriga a Estátua de Santa Rita de Cássia, considerada a maior do mundo dedicada a uma santa católica e cartão-postal reconhecido nacionalmente. Segundo o Censo de 2022, o município já conta com mais de 40 mil moradores.
Durante a visita, Mion conheceu os principais pontos turísticos da cidade, com foco no turismo religioso, que atrai milhares de visitantes todos os anos. A participação de Santa Cruz no programa é considerada uma oportunidade estratégica para aumentar a visibilidade do destino, fortalecer a economia local e consolidar a cidade como referência em turismo religioso ao longo de 2026.
Fonte:
viacertanatalrn

30/12/2025/
Um vídeo que circula em São José de Campestre revela uma compra superior a R$ 300 mil em materiais de construção realizada pela Prefeitura de Santa Cruz (RN) no comércio Nunes Material de Construção.
A aquisição chama atenção por ter ocorrido por meio de carona de licitação, levantando questionamentos sobre a escolha do fornecedor e a transparência do processo. Três pontos preocupam: 1. O comércio fica fora de Santa Cruz; 2. O valor elevado da compra; 3. A ausência de detalhamento das quantidades e dos preços dos itens adquiridos.
Ficam perguntas inevitáveis: • Por que comprar em Campestre e não no comércio local? • Por que gastar R$ 300 mil? • Por que não informar claramente o que foi comprado e por quanto?
Em uma gestão já cercada por desconfiança, a falta de transparência só agrava a percepção pública e alimenta ainda mais os questionamentos da população.

30/12/2025/
Desde o início da gestão Aninha e Elcio, demissões e conflitos internos deixaram de ser exceção e viraram regra. O padrão é claro: quem diverge, cai. Não é caso isolado, é método.
A lista de atingidos só cresce — do vice-prefeito Nielmo a ex-servidores como Véi Goleiro, Ivana, Jhony Lira, Ranny, Wellington, Álvaro e João Batista. Nem aliados escapam: Jozy Carvalho, Lucas Diego, Nixon e outros sentiram o peso da “mão de ferro”.
O clima é tão pesado que servidores evitam até eventos políticos, com medo de retaliação no dia seguinte. Governa-se pelo medo.
Diante disso, cai a máscara: o “amor” das redes sociais não combina com a prática, e o discurso de justiça não resiste aos fatos. Autoritarismo não é gestão. É perseguição.

30/12/2025/
Com o sentimento de dever cumprido e os olhos postos no amanhã, o vereador Erivan Justino compartilhou uma mensagem de agradecimento pelo carinho e reconhecimento que tem recebido da população.
Em suas palavras, a fé e a determinação são os pilares de sua caminhada: "Recebo essa alegria com o coração grato a Deus. Esse reconhecimento nos dá o combustível necessário para seguir lutando por cada cidadão."
O vereador Erivan Justino expressou sua gratidão ao receber, recentemente, um importante reconhecimento público por sua atuação parlamentar. Para o vereador, a honraria é um reflexo do trabalho sério que vem sendo desenvolvido em prol da comunidade. "Confiante em Deus e determinado a cumprir nossas obrigações com o município, recebemos com muita alegria este reconhecimento. Ele nos orgulha, mas, acima de tudo, nos dá força para continuar trabalhando pelo nosso povo e pelo desenvolvimento da nossa terra", destacou Erivan.
Um dos pilares de sua atuação continuará sendo a divulgação e o incentivo aos cursos de capacitação, preparando a população para novas oportunidades. Olhando para o futuro, o vereador projeta um 2026 de muita expectativa, mudanças positivas e sonhos renovados para todos os cidadãos.

29/12/2025/
Na foto: simplicidade ensaiada, sorriso no enquadramento e visita calculada para render like. Fora da foto: aumento de impostos, falta d’água, perseguições e portas fechadas na Prefeitura, privilégios aos mais próximos, contrato familiar e super contratos milionários ainda não explicados.
A prefeita do “amor” aparece para a selfie, mas desaparece quando o povo precisa ser atendido. Enquanto posa de boazinha, o IPTU sobe, a cidade sofre e o poder segue arrogante nos bastidores.
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