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02/04/2026/
Iniciativa utiliza autocoleta de teste de HPV para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e promover a equidade em saúde para mulheres negras
Natal (RN) - No mês marcado pela campanha Março Lilás, de conscientização e prevenção do câncer do colo do útero, a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), vinculada à Rede HU Brasil, realizou uma ação estratégica de saúde pública. Na penúltima semana do mês, dia 23, a instituição levou atendimento especializado às comunidades quilombolas Moita Verde, em Parnamirim, e Capoeiras, em Macaíba.
A atividade foi viabilizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da Mulher (PPgCASM) da UFRN, com campo de atuação na Mejc. O objetivo central da iniciativa é a implementação da autocoleta para o teste de HPV, uma estratégia inovadora que visa reduzir a mortalidade por câncer de colo de útero, especialmente entre mulheres negras e quilombolas.
De acordo com a coordenadora do PPgCASM, Janaína Crispim, a escolha do público-alvo é estratégica para combater disparidades históricas na saúde. “O tema central são mulheres negras e pardas, população que apresenta maiores taxas de incidência e mortalidade por esse tipo de câncer no país”, explicou.
A ação integra a campanha nacional "Previna-se", uma parceria entre o PPgCASM, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e diversas comunidades quilombolas pelo Brasil. O projeto busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) através da detecção de DNA/HPV, considerado o método mais eficaz de rastreamento da doença.
Um dos grandes diferenciais da metodologia é a autocoleta. Segundo a coordenadora do PPgCASM, a detecção precoce do vírus pode ser feita de forma simples, permitindo que a própria paciente realize a coleta onde se sentir mais confortável.
Capacitação e Integração com a Rede
Para garantir o sucesso das coletas, a programação contou com etapas preparatórias. A equipe da MEJC recebeu coordenadores do projeto vindos de Maringá (PR) para alinhar os protocolos em um treinamento Multiprofissional. Já na segunda-feira (23), o treinamento foi estendido aos agentes comunitários de saúde e equipes das unidades de saúde dos quilombos.
Referência no Norte e Nordeste
Sediado na MEJC-UFRN, o PPgCASM é o único mestrado especializado em Saúde da Mulher das regiões Norte e Nordeste funcionando dentro de uma unidade hospitalar. O programa destaca-se pela formação integrada ao serviço, permitindo que mestrandos e pesquisadores vivenciem desafios práticos da assistência e contribuam diretamente para a melhoria do cuidado à população potiguar.
Sobre a HU Brasil 
Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.
Por Paulina Oliveira
Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil
João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 - Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social - CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

02/04/2026/
Participantes recebem avaliação gratuita, orientações personalizadas e acompanhamento inicial
Natal (RN) – O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), da Rede HU Brasil, está recrutando voluntários para uma pesquisa que investiga a relação entre a Disfunção Temporomandibular (DTM) e o zumbido, condições que podem comprometer significativamente a qualidade de vida.
O estudo é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob orientação da professora Karyna Figueiredo Ribeiro, em parceria com o ambulatório especializado em zumbido do setor de Otorrinolaringologia do Huol/HU Brasil, coordenado pela professora Lidiane Ferreira.
Segundo a pesquisadora, a motivação está na alta prevalência da DTM, que afeta cerca de 30% da população, especialmente adultos em idade produtiva. Além de dor na mandíbula, nas têmporas e na região do ouvido, a condição pode estar associada a dor de cabeça, desconforto cervical e zumbido, considerado um dos sintomas mais incapacitantes.
“Aproximadamente 75% das pessoas com DTM relatam sintomas otológicos, como sensação de ouvido tampado, dificuldade auditiva, tontura ou zumbido. Entre eles, o zumbido tende a ter maior impacto na vida dos pacientes”, explica Karyna.
Relação entre mandíbula e audição 
A associação entre DTM e zumbido está relacionada a conexões anatômicas e neurofisiológicas entre a mandíbula e o sistema auditivo. Estudos indicam que pessoas com DTM podem ter até oito vezes mais chances de apresentar zumbido em comparação com a população geral.
Um dos focos da pesquisa é o zumbido somatossensorial, tipo que pode ser modulado por estímulos musculares da cabeça e do pescoço, alterando intensidade, frequência ou localização do som percebido.
Além do desconforto físico, o zumbido está associado a estresse, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e dificuldade de concentração. Quando ocorre junto à DTM crônica, o quadro pode se tornar mais complexo, com maior intensidade de dor e impacto funcional.
Como funciona a pesquisa
Os participantes passarão por duas avaliações clínicas, com cerca de uma hora cada, realizadas no Huol/Ebserh ou no Departamento de Fisioterapia da UFRN.
No primeiro encontro, serão analisados o tipo e a gravidade da DTM, além da aplicação de questionários sobre dor, zumbido e qualidade de vida. No segundo, será feita uma avaliação física detalhada do zumbido, com foco em possíveis influências musculoesqueléticas.
Os voluntários também receberão orientações práticas para o controle dos sintomas, incluindo manejo da dor, estratégias para reduzir a percepção do zumbido e exercícios personalizados. Será entregue uma cartilha com orientações terapêuticas e, quando necessário, haverá encaminhamento para continuidade do tratamento.
Entre os benefícios, estão o acesso gratuito à avaliação fisioterapêutica especializada e orientações individualizadas. Os resultados do estudo podem contribuir para aprimorar o diagnóstico e o tratamento da DTM e do zumbido.
Como participar
A pesquisa é conduzida pela fisioterapeuta Amanda Matias, mestranda do programa, e segue até 30 de abril.
Podem participar pessoas entre 18 e 65 anos que apresentem dor na mandíbula, ouvido ou têmporas há mais de três meses, associada à presença de zumbido. É necessário não estar em tratamento medicamentoso ou fisioterapêutico para dores na cabeça ou pescoço.
Interessados podem se inscrever pelo formulário: https://forms.gle/3qJvN9NGDVZ8iSP27
Sobre a HU Brasil 
Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.
Por Aline Freitas, com edição de Maria Carvalho Costa
Unidade de Imprensa e Informação Estratégica para as regiões Norte e Nordeste
João Pedrosa Relações Públicas Chefe da Unidade de Comunicação Regional 6 - Huol | Huab | Mejc Coordenadoria de Comunicação Social - CCS Presidência Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - Ebserh ebserh.gov.br | 84 3215.5991 / 5976 | 81 992073920

01/04/2026/
Um morador do loteamento Monsenhor Raimundo, em Santa Cruz/RN, denuncia a situação de abandono enfrentada pela comunidade há mais de 10 anos. Apesar de estar localizado em uma área privilegiada, próxima ao centro da cidade, o loteamento ainda não conta com infraestrutura básica, como calçamento e saneamento.
Segundo o relato, a falta desses serviços prejudica diretamente o dia a dia dos moradores, causando transtornos, dificuldades de acesso e riscos à saúde. Mesmo diante desse cenário, a cobrança de IPTU segue sendo realizada normalmente pela prefeitura.
Ao buscar soluções, os moradores encontram um impasse: de um lado, o poder público não apresenta medidas efetivas; do outro, a loteadora também não resolve a situação. O resultado é um constante “jogo de empurra”, deixando a população sem respostas e sem melhorias.
Diante disso, os moradores pedem mais atenção das autoridades e cobram providências urgentes para garantir condições dignas de infraestrutura no local.

01/04/2026/
As dez unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (Fundase/RN) estão recebendo kits de livros infantojuvenis do Programa Direito e Cidadania (PDEC), iniciativa da entidade beneficente Paulus Social. A doação, viabilizada por meio da organização da sociedade civil Fé e Alegria, de Natal, tem como objetivo estimular oficinas de leitura, utilizando as obras como ferramentas de reflexão.
Os kits são compostos por títulos cuidadosamente selecionados, que dialogam com temas como convivência, empatia, cultura popular, identidade e transformação social.
Entre as obras estão Zé do Morro, que aborda a curiosidade infantil e os limites impostos pela realidade; A Caça ao Saci, que resgata o folclore brasileiro em uma narrativa envolvente; A Menina e o Mundo, que trata de relações familiares e pertencimento; Somos Catorze – Quinze ou Dezesseis, que explora a diversidade de trajetórias juvenis; e O Segredo do Barquinho, inspirado em narrativas tradicionais e comunidade ribeirinha.
A proposta é que o material sirva como base para encontros de leitura mediada, incentivando o diálogo, a escuta e o pensamento crítico dos socioeducandos. A iniciativa também contribui para o trabalho pedagógico das equipes técnicas, ao oferecer subsídios para abordagens interdisciplinares. A chegada do material às unidades da Fundase/RN é mais uma ação de articulação interinstitucional em busca de complemento para a formação cidadã dos adolescentes.
O Programa Direito e Cidadania também é voltado à qualificação de trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), especialmente aqueles que atuam nos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Presente em todas as regiões do país, o programa constrói percursos formativos a partir de diagnósticos realizados em parceria com Conselhos Municipais de Assistência Social, secretarias municipais e organizações da sociedade civil.
Os kits literários compõem uma das estratégias centrais do programa, ao promover o acesso a conteúdos que dialogam com o cotidiano dos territórios e com as práticas desenvolvidas na rede de proteção social.
Assessoria de Comunicação - Fundase/RN
(84) 98729-2556 / 99916-1236
www.fundase.rn.gov.br
No Instagram: @RNfundase

01/04/2026/
A rotina de quem cuida da saúde em Santa Cruz/RN ganhou contornos de tensão e medo nos últimos dias. O vereador Erivan Justino (PL) subiu à tribuna da Câmara Municipal para protocolar um requerimento que ecoa o grito de socorro de funcionários, pacientes e acompanhantes do Hospital Municipal Aluízio Bezerra.
Durante sua fala, o parlamentar leu um depoimento contundente recebido de um profissional da unidade. Segundo o relato, o hospital tem recebido pacientes psiquiátricos com alto nível de agressividade, sem possuir a estrutura de contenção ou segurança necessária.
"O paciente rompeu a contenção, agrediu a própria mãe e partiu para cima da equipe. Por sorte, ele acabou quebrando uma janela e fugindo, mas o pânico continua" – diz trecho do documento lido pelo vereador.
O vereador destacou que o hospital atualmente não dispõe de vigilância, deixando médicos, enfermeiros e o público vulneráveis a situações extremas. "É um relato muito grave. A equipe toda continua com medo", afirmou o vereador ao justificar o pedido de providências junto à Direção e Secretaria de Saúde.
“O hospital requer o reforço imediato da segurança interna da unidade mediante a disponibilização de pessoal qualificado, sugerindo como opções viáveis o apoio de policiais ou a contratação de vigilância particular, de modo a garantir monitoramento constante tanto durante o expediente normal quanto nos plantões noturnos” - destacou o vereador.
A falta de segurança em unidades de saúde é um problema que afeta diretamente a qualidade do atendimento. Quando o profissional trabalha com medo, toda a rede de saúde sente. A iniciativa do vereador agora aguarda uma resposta rápida do Poder Executivo para evitar que o "quase" se transforme em uma tragédia.
O requerimento segue para análise e a expectativa é de que a prefeita se posicione nos próximos dias sobre a viabilidade da contratação dos seguranças.
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