• All Posts
  • Acidentes
  • Aniversários
  • Brasil
  • Campanha
  • Cidades
  • Cultura
  • Denúncia
  • Diversos
  • Economia
  • Educação
  • Eleições
  • Entretenimento
  • Entrevista
  • Luto
  • Mundo
  • Notícias
  • Política
  • Publicidade
  • Saúde
  • Tempo
  • Vagas

04/01/2026/
Um grave acidente de trânsito registrado nas proximidades do município de São Paulo do Potengi resultou na morte do santa-cruzense Evanoel Oliveira, na noite deste sábado (03). O caso causou comoção em Santa Cruz, pois ele era bastante te conhecido e querido.
De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, Evanoel trafegava em sua motocicleta no sentido São Tomé com destino ao trevo de acesso à cidade de São Paulo do Potengi, quando perdeu o controle do veículo e colidiu contra um meio-fio. Com o impacto, ele morreu ainda no local.
Evanoel Oliveira era bastante conhecido em Santa Cruz, possuindo raízes na comunidade Bonsucesso. Durante sua vida, trabalhou como motorista de ônibus, atividade que lhe rendeu amizade, respeito e reconhecimento da população santa-cruzense.
A morte precoce de Evanoel gerou grande tristeza entre familiares, amigos e conhecidos, que destacam sua simplicidade, dedicação ao trabalho e o carinho com que sempre tratou as pessoas. O acidente reforça o alerta para os cuidados no trânsito, especialmente nas rodovias do interior do estado.
Aos familiares e amigos, ficam as condolências e o sentimento de pesar pela perda irreparável. Com informações do Blog Édipo Natan!

02/01/2026/
Durante quase uma década, painéis solares e carros elétricos foram tratados como símbolos da transição energética brasileira. Isenções fiscais, redução de impostos e incentivos à importação ajudaram a derrubar preços, acelerar a adoção dessas tecnologias e atrair investimentos. Esse cenário começou a mudar de forma definitiva quando o governo federal decidiu retomar e escalar o imposto de importação, encerrando a alíquota zero e estabelecendo um cronograma que pode levar a cobrança a 35% em julho de 2026.
A decisão foi formalizada no âmbito da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) e afeta diretamente dois setores estratégicos: mobilidade elétrica e energia solar, hoje pilares do discurso ambiental e industrial do país.
Como funciona o aumento do imposto sobre carros elétricos em 2026
No caso dos veículos elétricos, o imposto de importação que estava zerado voltou a ser cobrado de forma escalonada. O cronograma aprovado prevê aumentos graduais, começando em 2024 e atingindo o teto de 35% em julho de 2026 para carros 100% elétricos. Modelos híbridos e híbridos plug-in seguem lógica semelhante, com percentuais progressivos ao longo dos próximos anos.
A justificativa oficial é estimular a industrialização local, forçando montadoras a produzirem no Brasil em vez de apenas importar veículos prontos. Na prática, porém, o efeito imediato recai sobre o consumidor, já que boa parte dos carros elétricos vendidos hoje ainda depende fortemente de importação.
Especialistas do setor automotivo alertam que o aumento do imposto tende a ser repassado quase integralmente ao preço final, reduzindo o ritmo de crescimento do mercado elétrico justamente no momento em que ele começava a ganhar escala.
O que muda para painéis solares com o fim da alíquota zero
A energia solar segue caminho semelhante. Painéis fotovoltaicos importados também deixaram de ter isenção total e passaram a conviver com regras de tributação progressiva, ainda que com cotas temporárias de isenção para determinados volumes até 2026.
O Brasil construiu um dos maiores mercados de geração solar distribuída do mundo com base em equipamentos importados, especialmente da Ásia. A retomada do imposto muda essa equação e ameaça elevar o custo de projetos residenciais, comerciais e industriais.
Entidades do setor estimam que o impacto pode desacelerar novos investimentos, afetando diretamente a expansão da capacidade instalada e a geração de empregos ligados à cadeia solar, que cresceu de forma explosiva na última década.
Por que o governo decidiu taxar agora painéis solares e carros elétricos
A decisão está inserida em uma estratégia mais ampla de política industrial. O governo argumenta que incentivos prolongados à importação acabaram criando dependência externa e enfraquecendo a produção nacional. Ao elevar o imposto, a ideia é criar espaço para fábricas locais, transferência de tecnologia e maior agregação de valor no país.
Reação do mercado e do setor produtivo
Associações do setor automotivo e de energia solar reagiram com cautela e críticas. De um lado, há reconhecimento da importância de desenvolver indústria nacional. De outro, o temor de que a transição seja feita de forma abrupta, sem que a produção local consiga atender à demanda em curto prazo.
Fabricantes alertam que a simples elevação do imposto não garante automaticamente fábricas, empregos ou inovação. Sem políticas complementares — como crédito, infraestrutura e previsibilidade regulatória — o risco é apenas encarecer produtos e travar o mercado.
O imposto que era zero e agora pode chegar a 35% redefine o jogo para consumidores, empresas e investidores. Mais do que uma mudança tributária, trata-se de uma escolha estratégica que terá efeitos duradouros sobre o futuro da mobilidade e da energia no Brasil.
Com informações de Click Petróleo e Gás
Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

31/12/2025/
“Pai… o que o senhor acha de tudo que a gente construiu até aqui?”
Eu vi o começo simples, o chão de loja, o primeiro caminhão e a fé que fez esse sonho crescer. Te vi assumir com coragem, sem esquecer de onde veio, e transformar a Maré em algo ainda maior: um propósito.
Feliz Ano Novo, meu filho.
Em 2026, e sempre, eu continuo sendo Maré Móveis.
#MaréMóveis #Maré54Anos #FelizAnoNovo #Gratidão #Legado FazParteDaVida

31/12/2025/
Em novembro, o apresentador Marcos Mion percorreu várias cidades do Rio Grande do Norte, incluindo Macaíba, Baía Formosa, Olho-D’Água do Borges, Genipabu e Santa Cruz, onde gravou um especial para a TV Globo.
Neste sábado (3), a primeira edição do especial do Caldeirão com Mion será exibida, com Santa Cruz como destaque, iniciando uma série de programas semanais ao longo do verão.
Santa Cruz está localizada a cerca de 114 a 120 km de Natal, no interior do estado, com fácil acesso pela BR-226. A cidade é famosa pelo Complexo Turístico Alto de Santa Rita, que abriga a Estátua de Santa Rita de Cássia, considerada a maior do mundo dedicada a uma santa católica e cartão-postal reconhecido nacionalmente. Segundo o Censo de 2022, o município já conta com mais de 40 mil moradores.
Durante a visita, Mion conheceu os principais pontos turísticos da cidade, com foco no turismo religioso, que atrai milhares de visitantes todos os anos. A participação de Santa Cruz no programa é considerada uma oportunidade estratégica para aumentar a visibilidade do destino, fortalecer a economia local e consolidar a cidade como referência em turismo religioso ao longo de 2026.
Fonte:
viacertanatalrn

30/12/2025/
Um vídeo que circula em São José de Campestre revela uma compra superior a R$ 300 mil em materiais de construção realizada pela Prefeitura de Santa Cruz (RN) no comércio Nunes Material de Construção.
A aquisição chama atenção por ter ocorrido por meio de carona de licitação, levantando questionamentos sobre a escolha do fornecedor e a transparência do processo. Três pontos preocupam: 1. O comércio fica fora de Santa Cruz; 2. O valor elevado da compra; 3. A ausência de detalhamento das quantidades e dos preços dos itens adquiridos.
Ficam perguntas inevitáveis: • Por que comprar em Campestre e não no comércio local? • Por que gastar R$ 300 mil? • Por que não informar claramente o que foi comprado e por quanto?
Em uma gestão já cercada por desconfiança, a falta de transparência só agrava a percepção pública e alimenta ainda mais os questionamentos da população.
Ver posts mais antigos

Fim das postagens